Três dias de nova música portuguesa, talento emergente e sonoridades lusófonas com Jéssica Pina, Lhast, Jimmy P, Carol Biazin e muito mais

A contagem decrescente para o MEO Marés Vivas 2025 já começou, e com ela chegam as últimas novidades do festival que promete agitar Vila Nova de Gaia entre 18 e 20 de julho, no Antigo Parque de Campismo da Madalena. Após o anúncio do cartaz principal, é agora o Palco MOCHE que ganha destaque com um alinhamento recheado de talento emergente, inovação musical e diversidade lusófona.

18 de julho — Jazz, poesia e nostalgia pop

A abrir o palco, Jéssica Pina traz o seu trompete e voz marcante, num regresso após ter brilhado na digressão mundial de Madonna. Segue-se Milhanas, jovem revelação da música portuguesa, nomeada para os Globos de Ouro, com uma proposta sonora que funde jazz, gospel e modernidade.

O serão fecha com chave de ouro com os Insert Coin, projeto multimédia de João Paulo Sousa e Joel Rodrigues, que transforma o palco num espetáculo imersivo repleto de humor, música e cultura pop das últimas três décadas.

19 de julho — Emoção, fado contemporâneo e pop brasileira

Neste segundo dia, o cantor e compositor Gonçalo Malafaya estreia-se com o seu single “Estação”, após ter composto para artistas como Mariza. O fado ganha nova vida com Beatriz Rosário, que conjuga tradição e inovação numa abordagem arrojada ao género.

Do Brasil chega Carol Biazin, força criativa da nova pop lusófona, com milhões de audições nas plataformas digitais e colaborações de peso. Depois de esgotar salas no Brasil, a artista estreia-se agora em solo português com uma atuação esperada.

20 de julho — Urbanidade, introspeção e hip-hop nacional

O último dia começa com Zarko, artista madeirense que conjuga introspeção e batidas urbanas, e prossegue com Lhast, produtor e artista solo que moldou a sonoridade contemporânea com colaborações marcantes. Em palco, apresentará temas dos seus dois álbuns e antecipa o seu novo projeto.

A encerrar o Palco MOCHE estará Jimmy P, nome incontornável do hip-hop português. Com uma carreira premiada e um legado de autenticidade e mensagem, o artista promete um espetáculo à altura do encerramento.

Um palco com o ouvido no futuro da música em português

O Palco MOCHE volta a afirmar-se como um dos grandes destaques do MEO Marés Vivas, promovendo uma fusão entre gerações, géneros e geografias, e funcionando como montra da nova música feita em português — do fado à pop, do hip-hop à experimentação.

A menos de dois meses do arranque, o festival reforça o seu compromisso com a diversidade artística e a criação de experiências únicas para o público. Prepare-se para três dias de energia, descoberta e celebração musical junto ao Douro.