A Comunidade Intermunicipal do Alto Minho aprovou, por maioria, a indicação de Mónica de Morais para vogal no conselho de administração da Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM), segundo ata de reunião consultada pela Lusa.
A decisão foi tomada em fevereiro, no âmbito do Conselho Intermunicipal presidido por António Barbosa, presidente da Câmara de Monção.
Revogação de indicação anterior
Na mesma reunião foi revogada a anterior deliberação, tomada em março de 2025, que indicava Manoel Batista para representar os municípios da região, cargo que nunca chegou a ser concretizado.
De acordo com a ata, a decisão teve em conta o tempo decorrido desde a primeira indicação, superior a 11 meses, sem validação efetiva junto das entidades competentes.
Falta de representação considerada urgente
Os municípios do Alto Minho, que integram a Comunidade Intermunicipal do Alto Minho, sublinham que estão há mais de três anos sem representação na ULSAM, considerando esta situação como algo que “urge corrigir”, face à necessidade de defender os interesses das populações no acesso aos cuidados de saúde.
Perante a ausência de concretização da nomeação anterior, os autarcas decidiram revogar a indicação e avançar com um novo nome, comunicando a decisão à direção executiva do Serviço Nacional de Saúde.
Perfil da nomeada
Mónica de Morais, de 55 anos, é enfermeira e exerce funções no centro de saúde de Ponte de Lima desde 1993. Ao longo do seu percurso profissional, destacou-se pelo envolvimento em equipas locais de intervenção e projetos ligados à prevenção e gestão em saúde.
A nomeação representa, assim, uma tentativa de reforçar a ligação entre os municípios e a administração da ULSAM, num contexto em que os autarcas defendem maior proximidade e representação institucional na gestão dos serviços de saúde da região.
































