O vereador do Chega na Câmara Municipal de Braga, Filipe Aguiar, denunciou em Reunião de Câmara um conjunto de situações que considera “graves” na freguesia de Vilaça, defendendo uma intervenção municipal “urgente” para garantir segurança, salubridade e proteção do espaço público.
Rua de Santo António intransitável
Entre as principais preocupações está o corte na Rua de Santo António, que, segundo o vereador, se encontra intransitável há vários dias, impedindo a circulação de autocarros e afetando diretamente a mobilidade da população.
De acordo com Filipe Aguiar, a situação resulta da obstrução do escoamento de águas por um particular, através da deposição de lenha e entulho florestal. O autarca alerta que a água está a circular sobre o pavimento, podendo comprometer a estabilidade estrutural da via, e defende uma atuação “imediata e firme” das autoridades municipais.
Pedido de rails de proteção
O vereador destacou ainda a necessidade de instalação de rails de proteção em vários troços da rede viária da freguesia, alertando para riscos evidentes para a segurança rodoviária. Nesse sentido, recomendou uma deslocação do Executivo ao local, em articulação com a Junta de Freguesia, para avaliar no terreno as intervenções necessárias.
Armazenamento de roupa usada ao ar livre
Outra situação denunciada prende-se com a recolha de roupas usadas. Segundo o autarca, existem grandes quantidades de têxteis armazenados a céu aberto por uma empresa do setor, criando o que considera ser uma situação ambiental preocupante e contrária aos princípios da economia circular.
Filipe Aguiar sublinha que os sistemas de recolha de roupa usada foram criados para reduzir o envio de resíduos têxteis para aterro e promover a reutilização. No entanto, alerta que, sem fiscalização adequada, podem transformar-se num problema ambiental e de saúde pública.
“O que está a acontecer em Vilaça não corresponde à economia circular, mas sim à transferência de resíduos de um local para outro, sem controlo e à vista da população”, sustenta.
O vereador defende que estas situações exigem uma resposta célere e responsável do Município, considerando que Vilaça deve merecer atenção prioritária devido ao impacto direto na segurança, mobilidade e qualidade de vida dos habitantes.
































