A terceira edição do INDEX – Bienal de Arte e Tecnologia regressa a Braga entre 7 e 17 de maio, reunindo espetáculos, exposições, conferências e atividades educativas.
Promovido pela Braga Media Arts e organizado pela Faz Cultura, com apoio da Câmara Municipal, o evento volta a cruzar arte contemporânea, tecnologia e reflexão política.
Espetáculos e performances
A abertura acontece no Theatro Circo com a estreia mundial de “The Drum and The Bird”, de Forensis e Bill Kouligas, baseada numa investigação do coletivo Forensic Architecture sobre o colonialismo alemão na Namíbia.
No mesmo espaço, os Supersilent apresentam uma performance com Lawrence Abu Hamdan, criada em colaboração com o INDEX e o festival Rewire (Países Baixos).
Já no Gnration, o coletivo Zabra estreia um novo trabalho, enquanto o coreógrafo Arkadi Zaides apresenta “TALOS”, peça que explora movimento, tecnologia e o futuro das fronteiras.
Destaque ainda para o concerto do duo Nídia & Valentina, que junta a produtora portuguesa Nídia à percussionista italo-britânica Valentina Magaletti.
Exposição espalhada pela cidade
A exposição da bienal distribui-se por vários espaços da cidade, incluindo o Mosteiro de Tibães, o Forum Arte Braga e o Muzeu.
Com curadoria de Joel Valabrega, o programa expositivo integra obras de artistas como Hito Steyerl, Raven Chacon, Gabriel Abrantes, Cemile Sahin e Shuang Li, entre outros.
Conferências e pensamento
No campo das ideias, a bienal recebe nomes como:
- McKenzie Wark, autora de Manifesto Hacker
- José Gil
- Yves Citton
- Sofia Miguens
- António Guerreiro
Estão também previstas atividades de serviço educativo promovidas pela Braga Media Arts, incluindo oficinas sobre filocriatividade dinamizadas por Joana Rita Sousa.
Durante dez dias, Braga volta a afirmar-se como um dos polos ibéricos de reflexão artística sobre o impacto da tecnologia na sociedade contemporânea.
































