“A Luz de Braga” levou cor, imagem e tecnologia ao centro histórico durante três noites, numa das novidades da edição deste ano do evento
As fachadas das igrejas de Santa Cruz e São Marcos ganharam uma nova vida durante a Noite Branca de Braga, que terminou este domingo, com a apresentação de “A Luz de Braga”, um espetáculo de videomapping que conjugou património, luz, imagem e tecnologia.
A iniciativa foi uma das novidades da edição deste ano do evento e transformou dois dos espaços mais emblemáticos do centro histórico da cidade em verdadeiras telas gigantes, criando uma experiência audiovisual especialmente concebida para o ambiente da Noite Branca.
Património transformado através da luz
Durante o espetáculo, as fachadas históricas das duas igrejas serviram de suporte a projeções que exploraram a arquitetura dos edifícios, criando diferentes ambientes visuais através da conjugação entre luz, imagem e efeitos digitais.
A utilização do videomapping permitiu reinterpretar o património arquitetónico de Braga através de uma linguagem artística contemporânea, proporcionando aos milhares de residentes e visitantes que passaram pelo centro da cidade uma perspetiva diferente sobre aqueles monumentos.
A proposta procurou, assim, estabelecer uma ligação entre a história e a identidade de Braga e as novas possibilidades proporcionadas pela tecnologia audiovisual.
Três sessões por noite
“A Luz de Braga” foi apresentado ao longo dos três dias da Noite Branca, entre sexta-feira e domingo, com três sessões por noite, às 22:00, 23:00 e 00:00.
A distribuição dos horários permitiu que o espetáculo fosse acompanhado por diferentes públicos ao longo da noite, numa zona central que registou uma forte afluência durante o evento.
As projeções tornaram as fachadas de Santa Cruz e São Marcos num dos pontos de atração da programação, juntando-se aos concertos, instalações artísticas e restantes iniciativas que ocuparam as ruas e praças de Braga.
Uma nova dimensão para o centro histórico
A aposta no videomapping acrescentou uma componente tecnológica à programação da Noite Branca, numa edição que ficou também marcada por outras experiências visuais, como o espetáculo de drones que iluminou os céus da cidade.
“A Luz de Braga” permitiu, desta forma, explorar o património de uma maneira diferente, utilizando as próprias características arquitetónicas dos edifícios como parte integrante do espetáculo.
A iniciativa contribuiu ainda para reforçar a dimensão cultural e artística da Noite Branca, que durante três dias voltou a levar milhares de pessoas ao centro de Braga.
Com o encerramento da edição de 2026, terminou também a apresentação de “A Luz de Braga”, ficando o videomapping como uma das imagens mais marcantes da programação deste ano.









































