Treinador do Braga ficou satisfeito com o fecho do mercado e com a permanência de Paulinho. Nacional avaliado em alta.

Carlos Carvalhal respirou de alívio com o fecho da janela de transferências e fez uma avaliação positiva ao plantel que agora está definido até janeiro.

“Em função da instabilidade que o mercado sempre cria, agora já durmo bem melhor. Estou satisfeito com o plantel e com os jogadores que tenho, que me dão várias soluções. Temos um grupo unido, no qual toda a gente pode jogar. Por vezes, quando jogam sempre os mesmos isso pode criar desmotivação, desconforto, sendo assim que se pode perder grupos. Estou contente com o número de jogadores que tenho e com a qualidade do plantel”, disse o treinador do Braga, que abordou ainda a permanência de Paulinho no grupo depois de ter sido muito pretendido:

“Mesmo em condições de uma possível saída, o Paulinho sempre teve um compromisso com o grupo e mostrou um comportamento exemplar. No passado já tive jogadores que nestas circunstâncias não estiveram devidamente focados. Esta situação pode até criar mau ambiente no grupo. Com o mercado fechado vejo o Paulinho extremamente feliz no Braga e também vejo os colegas felizes por ele ter ficado. É um jogador diferenciado, que nos pode ajudar nesta caminhada”.

Frente ao Nacional, este sábado, o Braga vai iniciar um ciclo tremendo de jogos, com sete compromissos num espaço de três semanas, algo que não retira o sono ao treinador. “Não é nada de novo para mim. Tive essa experiência no Besiktas, no Sporting, em Inglaterra e também na primeira passagem pelo Braga. É um ciclo de sete jogos em 21 dias e será preciso pensar num de cada vez. Temos um plantel curto mas com competência, em que todos os jogadores são importantes”.

Sobre o Nacional, Carvalhal espera por dificuldades mas também aponta ao crescimento da equipa em termos de qualidade de jogo. “Tivemos uma vitória robusta em Tondela, que moralizou e deu corpo ao trabalho realizado. O que queremos é dar continuidade a esse momento, tentando que a equipa evolua e jogue melhor. O Nacional tem uma equipa boa, com futebol positivo e um treinador muito competente; é, sem dúvida, um adversário difícil. Temos muito respeito pelo Nacional, mas confiamos muito no que podemos fazer”.

Em termos de opções disponíveis, o treinador bracarense fez um ponto da situação do estado de Nico Gaitán, lesionado há cerca de cinco semanas. “Vai começar a pré-época na segunda-feira, é como se estivesse a chegar agora. Vai ter de fazer o seu percurso, ganhar condição física e ritmo, e ser reintegrado de forma cautelosa. O pior seria integrá-lo já na competição, porque ele não estaria ao melhor nível para corresponder às exigências”.

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