O BCP vai dar início, a partir de 16 de junho, a um plano de redução de pessoal que deverá começar pela adesão a medidas voluntárias, mas que poderá recorrer a “medidas unilaterais”, segundo uma mensagem interna.

Na missiva, a que a Lusa teve acesso e que é assinada pelo presidente executivo do banco, Miguel Maya, o BCP recordou aos colaboradores que este ajustamento estava previsto para 2020, mas que, devido à pandemia, a instituição resolveu não avançar com o plano.

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