Portugal ocupa o mesmo lugar que a Irlanda, num universo de 111 posições.

O passaporte português é o quinto mais poderoso na hora de viajar em 2022, segundo um relatório hoje divulgado pela consultora Henley & Partners, que compilou os países com maior e menor mobilidade sem um visto prévio.

No topo do ranking está o Japão e a Singapura, com acesso a 192 destinos, seguidos da Alemanha e da Coreia do Norte, com 190. Em terceiro lugar encontra-se a Finlândia, Itália, Luxemburgo e Espanha, com 189, ao passo que, na quarta posição, está a Áustria, Dinamarca, França, Países Baixos e Suécia, acumulando 188.

Portugal, por sua vez, junta-se à Irlanda na quinta posição, com 187 destinos.

Nos últimos lugares da lista está a Síria (109.º), com 29 destinos, o Iraque (110.º), com 28 e, por fim, o Afeganistão (111.º), com 26.

O relatório é produzido pela firma Henley & Partners, que se define pelo “planeamento de residência e cidadania”, com base em informação fornecida pela Associação Internacional do Transporte Aéreo (IATA, na sigla em inglês). De acordo com o documento, apenas 57 países podiam ser visitados sem visto em 2006, no ano de lançamento do relatório, número que, agora, chega aos 107.

Ainda assim, o trabalho faz notar a existência de uma divisão no acesso à mobilidade entre o norte e o sul do globo. Como exemplifica Henley & Partners, os passaportes do Japão, Suécia e dos Estados Unidos permitem a entrada em mais de 180 países, ao passo que os de Angola, Camarões e Laos apenas têm acesso a cerca de 50 destinos.

O relatório atenta ainda para o fosso criado pela pandemia, assim como pelas alterações climáticas, que deram origem à lista com maiores diferenças em termos de mobilidade nos seus 16 anos de história.

Recorde-se que, no ano passado, o passaporte português encontrava-se na sexta posição, também ao lado da Irlanda, com acesso a 188 destinos sem visto prévio.

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