Terminada a contagem dos votos da emigração, o Chega confirma-se como o partido mais votado fora de Portugal, com 26,15%, elegendo dois deputados. A Aliança Democrática (AD) segue com 16,02% e também garante dois mandatos. O PS fica fora da atribuição de assentos nos círculos da Europa e Fora da Europa.
Com este resultado, o Chega passa a ser a segunda maior força política no Parlamento, ultrapassando o PS em número de deputados.
Em discurso após o apuramento, André Ventura destacou que o partido “foi o mais votado no mundo inteiro” e prometeu “trabalhar, trabalhar, trabalhar”. Garantiu ainda que “não seremos os líderes da destruição”, prometendo uma oposição “de escrutínio e confronto, mas com estabilidade”.
Ventura atribuiu o sucesso à desilusão dos emigrantes com “50 anos de governação PS e PSD” e à sua vivência em países “afetados por imigração descontrolada”.
A votação reforça a presença internacional do partido, com vitórias em países como o Brasil, onde somou 25,35% dos votos, e resultados expressivos no Canadá, Países Baixos e outros círculos da diáspora.
A AD mantém-se como maior força política com 87 deputados, enquanto o Chega soma agora 59, ultrapassando os 58 do PS.



































