Em Braga, António Filipe diz que “mais do que nunca” a sua candidatura “faz todo o sentido”

Presidenciais 2026

O candidato presidencial António Filipe afirmou esta quinta-feira, em Braga, que “mais do que nunca” a sua candidatura à Presidência da República “faz todo o sentido”, defendendo que os eleitores devem votar “livremente” e por convicção, sublinhando que nenhum voto é um desperdício.

À entrada para um comício na cidade, António Filipe reagiu às recentes declarações de Jorge Pinto, que apelou ao voto livre e afirmou compreender o apoio a uma candidatura que impeça uma segunda volta entre um candidato que considera antidemocrático e outro “demasiado próximo do Governo”.

“Eu acho que só reforça a importância da minha candidatura. Eu também acho que os cidadãos devem votar livremente, devem votar por convicção, ou seja, devem votar na candidatura de esquerda que eu protagonizo”, afirmou o candidato apoiado pelo PCP e pelo PEV.

António Filipe escusou-se a comentar diretamente a posição dos restantes candidatos, sublinhando que o essencial é “valorizar a própria candidatura”. “Não quero comentar as atitudes de outros candidatos, o que me importa é valorizar a minha candidatura, acho que é isso que é importante”, disse, acrescentando que a decisão de Jorge Pinto “ficará com ele”.

Sobre as declarações de António José Seguro, que considerou um “desperdício muito grande” os votos em candidaturas que não consigam chegar à segunda volta, António Filipe foi claro: “Isso não faz sentido nenhum. O voto dos cidadãos não é um desperdício, o voto dos cidadãos tem toda a importância. Cada cidadão é dono do seu voto e merece que o seu voto seja valorizado”.

O candidato reiterou ainda que os eleitores de esquerda que defendem “um novo rumo para a política nacional” e que não querem que “tudo fique na mesma” têm na sua candidatura uma alternativa clara. “A minha candidatura fez sempre sentido, desde o momento em que foi lançada e em que não havia nenhuma candidatura de esquerda, e é cada vez mais importante”, afirmou.

António Filipe concluiu assegurando que o país e a democracia não estão em risco, defendendo que “os portugueses terão força suficiente para defender a democracia” e sublinhando que, para a reforçar, é necessário dar mais votos à sua candidatura.

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