AEMinho defende reformas fiscais, administrativas e laborais para reforçar crescimento económico
A Associação Empresarial do Minho apresentou um conjunto de cinco medidas estratégicas com o objetivo de criar um ambiente “mais competitivo e mais ágil” para as empresas da região, que considera ser um dos principais motores da economia nacional.
Competitividade Fiscal como Prioridade
Entre as propostas, destaca-se a necessidade de um sistema fiscal mais simples, previsível e automático, com incentivos ao reforço de capitais próprios e ao investimento em áreas como inovação, digitalização e internacionalização.
Apostar na Qualificação dos Trabalhadores
A associação defende também o reforço da qualificação da força de trabalho, através de programas de requalificação rápida e da valorização do ensino profissional, como forma de responder às exigências do mercado.
Simplificação Administrativa
Outra das medidas passa pela criação de um verdadeiro balcão único digital para empresas, eliminando processos redundantes e estabelecendo prazos máximos para decisões administrativas, com vista a reduzir a burocracia.
Modernização do Mercado de Trabalho
A AEMinho propõe ainda um modelo laboral que equilibre flexibilidade e segurança, promovendo simultaneamente a competitividade das empresas e a proteção social dos trabalhadores.
Acelerar o Investimento
Por fim, é defendida a necessidade de acelerar o investimento, através de prazos legais mais curtos e vinculativos, vias rápidas para projetos estratégicos e um processo digital integrado com um gestor responsável por cada investimento.
Minho como “Farol Económico”
No comunicado, a associação sublinha que o Minho é um “motor silencioso, mas decisivo” do crescimento do país, destacando a diversidade e resiliência do tecido empresarial da região.
Segundo a AEMinho, estas propostas refletem necessidades reais das empresas e podem servir de exemplo a nível nacional, contribuindo para um país mais competitivo, produtivo e preparado para o futuro.
Propostas Apresentadas no Parlamento
As medidas foram apresentadas numa visita ao Parlamento, onde a associação reuniu com várias forças políticas, incluindo o Partido Socialista, o CDS – Partido Popular e o Chega, bem como com o presidente da Assembleia da República.































