Plantas que embelezavam as floreiras da Rua Visconde de Sousa Rego foram arrancadas durante a madrugada. Junta de Freguesia condena ato e apela ao civismo
A vila de Caminha acordou esta quinta-feira com um cenário de destruição nas floreiras da Rua Visconde de Sousa Rego. Durante a madrugada, todas as plantas que decoravam aquele espaço no centro da vila foram arrancadas, num ato que a Junta de Freguesia de Caminha – Matriz e Vilarelho classifica como vandalismo.
A autarquia local já veio repudiar «veementemente» o sucedido, lamentando não apenas os prejuízos materiais provocados, mas sobretudo a falta de respeito pelo espaço público.
Todas as plantas foram arrancadas
As floreiras existentes na Rua Visconde de Sousa Rego tinham sido instaladas e cuidadas com o objetivo de contribuir para a valorização e embelezamento daquela zona da vila.
Durante a última madrugada, as plantas foram, contudo, retiradas do local, deixando as floreiras danificadas e sem a vegetação que ajudava a tornar o espaço mais cuidado e acolhedor.
A ocorrência foi divulgada pela Junta de Freguesia de Caminha – Matriz e Vilarelho, que classificou o episódio como um «ato de desrespeito pelo espaço público e pelo trabalho de todos os que diariamente contribuem para manter» a vila cuidada.
«Mais do que o prejuízo material»
Perante o sucedido, a Junta de Freguesia manifestou uma posição de forte reprovação.
«Mais do que o prejuízo material, lamentamos a falta de civismo e de respeito por um espaço que é de todos», refere a autarquia.
O episódio representa não apenas a perda das plantas, mas também o trabalho e os recursos investidos na manutenção e valorização do espaço público.
A Junta considera que este tipo de comportamento prejudica toda a comunidade, uma vez que os equipamentos e espaços públicos são utilizados diariamente por moradores, comerciantes e visitantes.
Junta apela ao civismo
A autarquia deixou ainda um apelo à população para que situações semelhantes não voltem a acontecer.
«Caminha merece respeito. O espaço público é de todos», sublinha a Junta de Freguesia.
A autarquia apela, por isso, «ao civismo e à responsabilidade de todos» para preservar os espaços públicos e evitar novos atos de vandalismo.
O episódio volta a colocar em evidência a necessidade de preservar o património e os equipamentos de utilização coletiva, num concelho que recebe diariamente moradores e visitantes.
Para a Junta de Freguesia, cuidar do espaço público é uma responsabilidade partilhada, pelo que comportamentos como o ocorrido na Rua Visconde de Sousa Rego acabam por afetar toda a comunidade.































