Separador central entre o Minho Center e as bombas da Repsol é considerado insuficiente por um automobilista, que alerta para o risco de veículos invadirem a faixa contrária.

A publicação, partilhada no grupo «Ocorrências em Braga», chama a atenção para a separação entre os dois sentidos de trânsito no troço entre o Minho Center, as bombas da Repsol e a zona do Shopping Braga Parque. O autor considera que a existência de apenas um arbusto e de uma rede não oferece proteção suficiente em caso de despiste ou perda de controlo de um veículo.

Um Perigo Silencioso em Plena Cidade

A segurança rodoviária numa das principais artérias de trânsito de Braga volta a estar no centro da contestação pública. Condutores que circulam diariamente na variante da cidade — no troço compreendido entre o centro comercial Minho Center e a bomba de combustível da Repsol, em ambos os sentidos — expressam séria preocupação quanto à ausência de estruturas físicas de proteção eficazes.

Mesmo a cumprir os limites de velocidade recomendados e a circular em ritmo moderado, a sensação de insegurança é constante para quem por ali transita. A causa principal aponta para a manifesta fragilidade do separador central que divide os dois sentidos de trânsito.

Arbustos e Rede: A Proteção Falsa que Não Evita Acidentes

Nesta extensão da via, a separação entre as faixas de rodagem limita-se a um pequeno arbusto acompanhado por uma rede metálica simples. Na eventualidade de um despiste ou de uma colisão entre veículos, esta barreira vegetativa revela-se totalmente incapaz de suster o impacto de uma viatura.

A fragilidade da estrutura cria o risco iminente de um veículo projetado invadir a faixa contrária, colidindo frontalmente com quem circula no sentido oposto, o que poderia resultar num acidente de proporções gravíssimas.

O Contraste com Outras Zonas da Cidade

A indignação dos munícipes ganha maior relevância quando comparada com outras intervenções rodoviárias na própria cidade. Na zona envolvente ao centro comercial Braga Parque, por exemplo, foram instalados separadores centrais em betão do tipo New Jersey e rails de proteção metálicos reforçados.

Perante esta disparidade de critérios, surge a questão que inquieta quem diariamente depende desta via: por que razão não foram ainda aplicadas as mesmas soluções de segurança na ligação entre o Minho Center e a Repsol? Trata-se de uma questão de prioridade orçamental ou de um esquecimento das entidades responsáveis pela gestão da rede viária local?

Apelo Urgente às Autoridades

A comunidade local e os utilizadores frequentes da variante apelam a uma intervenção urgente da Câmara Municipal de Braga e das Infraestruturas de Portugal, no sentido de ser realizada uma avaliação técnica do local e promovida a rápida colocação de separadores rígidos.

A prevenção de acidentes e a salvaguarda da vida humana exigem medidas imediatas antes que ocorra uma tragédia anunciada.

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