Mesmo que se entre em confinamento total e isso signifique uma desaceleração da epidemia, Manuel Carmo Gomes estima que dificilmente se consiga evitar uma média de 14 mil novos casos daqui a duas semanas. “E teremos de descer a partir daí porque 14 mil casos por dia não é aceitável”, avisa o professor da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. “Temos pela frente as semanas mais difíceis da epidemia”, conclui Carmo Gomes.

Assumindo que houvesse agora mesma desaceleração registada entre 16 e 28 de março, na primeira onda, em resultado de um confinamento total “projetamos que dificilmente evitaremos já os 14 mil casos por dia que ocorreria daqui a aproximadamente duas semanas”.

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