A decisão foi avançada ao Expresso pelos moradores do polémico Prédio Coutinho, em Viana do Castelo, que decidiram “voluntariamente abandonar” as suas casas. Estão dispostos a entregar as chaves das 11 frações ainda ocupadas, mas “irão prosseguir a luta” nos tribunais. Pedem um prazo de “30 ou 60 dias” para sair, num momento em que, alguns, ainda não têm para onde ir.

Sempre dissemos que se o tribunal não nos amparasse, nós saíamos a bem. É isso que vamos fazer”. Quem o garante ao Expresso é Maria José, uma das resistentes que ainda habita os 11 apartamentos ocupados do Prédio Coutinho, em Viana do Castelo. Os moradores do Edifício Jardim comunicaram esta segunda-feira à noite, através de um comunicado conjunto, que “decidiram voluntariamente abandonar as frações” e entregar as chaves à empresa municipal VianaPolis.

in “Expresso”

1 COMENTÁRIO

  1. Este caso do prédio Coutinho, ficará para sempre na história do Portugal democrático, como uma absurda nódoa da justiça. De como o poder passa por cima de direitos,liberdades e garantias consagrados na Constituição quando obscuros interesses + altos se levantam !
    Estranha democracia selectiva esta, k devolveu terras a latifundiários k exploravam os camponeses e k agora despeja moradores legais das suas casas para entregar o terreno a uma tal de VianaPolis, alegando k o prédio feria a envolvente paisagística da cidade.
    Então, pk não demoliram 1° as torres de Ofir, por ex° ?
    Porquê esta autêntica sanha persecutória aos legais moradores do Coutinho ?
    Isto configura até 1 atentado aos direitos humanos !
    K interessa k indemnizem, k forneçam casa de substituição ?
    Ninguém quis, e mto bem. Ninguém lhes pediu nada, as pessoas keriam ficar no seu sítio, na sua casa, na casa k compraram,pela qual pagaram impostos durante décadas e + nada.
    Este governo fez-lhes, qual D. Corleone, uma proposta irrecusável:
    Ou saíam a bem ou a mal.
    Isto é a mesma coisa k 1 mafioso qq me obrigar a trocar o meu carro pelo dele, msm k o dele seja melhor k o meu.
    Não kero, prefiro o meu, pk sei k o meu está “limpo” e legal, não é fruto de trocas/eskemas dúbios k + tarde me podiam levar à cadeia.
    Aconteceu o msm aos moradores do Coutinho, só k neste Kafkiano caso, o D. Corleone é o Governo !
    Isto é 1 estado de direito?
    Para mim é Estado torto, enviesado, + inclinado k a torre de Pisa, mas k nunca pende para o lado dos cidadãos comuns, por mto k tenham razão.
    Dizem k a justiça é cega.
    Em Portugal é zarolha !!

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