Documentário detalha a ascensão e queda da marca com ligações a Jeffrey Epstein.

marca Victoria’s Secret, fenómeno cultural incontornável no final dos anos 90 e início dos anos 2000, está prestes a ver os seus segredos mais obscuros chegarem à luz do dia.

Por detrás do glamour e do brilho, existem alegações de intimidação, sexualização, misoginia e assédio de empregados e modelos.

O novo documentário da Hulu revela ainda a relação próxima do CEO Les Wexner com Jeffrey Epstein – o milionário que se suicidou na prisão após ser condenado por tráfico sexual e abuso de menores entre outros crimes.

Segundo o The Guardian, Les Wener conheceu Epstein nos anos 80, quando preciso de alguém que o ajudasse a entrar na sociedade nova-iorquina. Mais tarde, foi ele quem lhe vendeu a casa onde abusou de menores, assim como o jato privado conhecido por ‘Lolita Express’, onde o magnata se fazia acompanhar das jovens.

Epstein até se fez passar por um caça-talentos da Victoria’s Secret em 1997, atraindo um modelo para um quarto de hotel em Santa Monica, onde a apalpou e manipulou.

Matt Tyrnauer, o realizador do documentário, disse ao The Guardian que Wexner “conquistou a capacidade de promover padrões de beleza irrealistas e a narrativa de sexo como forma de empoderamento feminino”, tornando-se um negócio de 6,8 mil milhões de euros.

Wexner renunciou ao cargo em 2020 e vendeu a sua participação maioritária na empresa. O ano passado, a Victoria’s Secret anunciou a inclusiva ‘VS Collective’.

A série conta com testemunhos de dois CEOs, de funcionários e de alguns “Anjos”. Alguns vídeos nunca divulgados também constam.

Estreia dia 14 de agosto na plataforma Hulu no Reino Unido.

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