Investimento de 18,9 milhões de euros inclui cantina, gabinete de saúde, ginásio e quartos adaptados

O Politécnico de Viana do Castelo (IPVC) formalizou a consignação da obra da sua nova residência académica, localizada no campus da Escola Superior de Tecnologia e Gestão (ESTG-IPVC), junto à Praia Norte. A infraestrutura, orçada em 18,9 milhões de euros, terá um prazo de execução de 12 meses e promete reforçar significativamente a oferta de alojamento acessível para estudantes do ensino superior.

400 novas camas e equipamentos de apoio

O edifício disponibilizará:

  • 160 quartos duplos;
  • 40 quartos individuais;
  • 10 quartos adaptados a estudantes com mobilidade condicionada;
  • 10 estúdios individuais;
  • 10 estúdios duplos.

Todos os alojamentos terão casa de banho privativa. Além das áreas de habitação, a residência contará com cantina, bar, gabinete de saúde, ginásio e espaços comuns de estudo e convívio.

“Esta obra não é apenas um projeto de alojamento, é um investimento no bem-estar, segurança e integração dos nossos estudantes. Representa um novo paradigma de vivência universitária e reforça a missão pública do IPVC de garantir igualdade de oportunidades no acesso ao ensino superior”, destacou Carlos Rodrigues, presidente do Politécnico.

Plano estratégico para quase duplicar oferta

Com esta nova residência e outras intervenções já em curso, o IPVC passará a oferecer quase mil camas, tornando-se uma das instituições de ensino superior com maior capacidade de alojamento estudantil por aluno a nível nacional.

Além da residência da Praia Norte, estão em desenvolvimento:

  • Nova residência em Valença (56 camas);
  • Adaptação de edifícios em Melgaço (59 camas);
  • Reabilitação de unidades em Viana do Castelo, Ponte de Lima e Arcos de Valdevez.

O Centro Académico (132 camas) e a residência da Escola Superior Agrária (137 camas) estão a ser renovados e a residência da Escola Superior de Educação (119 camas) será intervencionada brevemente.

“Queremos garantir que nenhum estudante fica para trás por falta de alojamento condigno ou por razões económicas. Apostamos em soluções sustentáveis, bem localizadas e equipadas”, reforçou Carlos Rodrigues.