Iniciativa Liberal apresenta cinco medidas para o Plano e Orçamento Municipais de 2026

A Iniciativa Liberal apresentou, esta terça-feira, cinco medidas para integrar o Plano e Orçamento Municipais de 2026, durante uma conferência de imprensa realizada ao final da tarde. O vereador Rui Rocha começou por sublinhar que o documento orçamental “não será nunca um orçamento da Iniciativa Liberal”, uma vez que a direção política cabe ao presidente da Câmara Municipal de Braga e à coligação Juntos por Braga.

Segundo Rui Rocha, trata-se de um contributo com o objetivo de melhorar o documento, sem alterar a sua natureza política. O vereador destacou ainda que as propostas apresentadas têm um custo global limitado, que não ultrapassa 0,5% do valor global do Orçamento de 2025, estando direcionadas para áreas concretas que preocupam os bracarenses.

As cinco medidas propostas pela Iniciativa Liberal são:

  • Mobilidade: realização de um estudo de viabilidade para um metro de superfície, considerado essencial para preparar soluções de mobilidade a médio prazo;
  • Saúde: criação de um seguro de saúde suportado pelo município para beneficiários do Complemento Solidário para Idosos;
  • Educação: apoio às freguesias que pretendam instalar salas de estudo, proporcionando espaços adequados e mais oportunidades, sobretudo a estudantes com maiores dificuldades económicas;
  • Atividade económica: suspensão das taxas de esplanadas durante o ano de 2026, com o objetivo de apoiar o setor da restauração e atividades conexas, bem como revitalizar o centro histórico e o comércio local;
  • Urbanismo: publicação de indicadores relativos aos tempos médios de decisão dos serviços camarários, nomeadamente em processos de licenciamento, pedidos de informação prévia e comunicações prévias.

O vereador da Iniciativa Liberal manifestou confiança de que estas propostas possam ser acolhidas no Plano e Orçamento Municipais, por considerar que são relevantes para assegurar uma melhor qualidade de vida em áreas essenciais para os munícipes. Rui Rocha afirmou ainda que seria “um péssimo sinal” a não inclusão de medidas consideradas importantes e de custo reduzido, desafiando o presidente da Câmara, João Rodrigues, a assumir uma postura de maior abertura e diálogo em defesa dos interesses do município.

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