O presidente da Associação Empresarial do Minho (AEMinho), Ramiro Brito, reuniu-se em Luanda com o novo embaixador de Portugal em Angola, Nuno Mathias, num encontro institucional em que reforçou a importância estratégica de Angola para a economia portuguesa e para a presença internacional das empresas minhotas.
Segundo a AEMinho, a visita teve como objetivo apresentar cumprimentos institucionais e dar as boas-vindas ao diplomata no início da sua missão naquele país, um dos mercados externos historicamente mais relevantes para Portugal.
Durante o encontro, Ramiro Brito sublinhou a forte presença de empresas minhotas em Angola e o papel destas no desenvolvimento da relação económica bilateral, destacando que uma parte significativa das empresas portuguesas no mercado angolano tem origem na região do Minho.
O presidente da AEMinho aproveitou ainda para transmitir algumas preocupações e sugestões das empresas associadas, defendendo a necessidade de reforçar a cooperação entre a diplomacia económica portuguesa e o tecido empresarial. “Essa articulação institucional é essencial para facilitar a atividade das empresas, criar novas oportunidades de investimento e tornar mais fluida a cooperação económica bilateral”, afirmou.
“Angola é um mercado extremamente relevante para Portugal e, em particular, para muitas empresas do Minho que aqui desenvolveram projetos ao longo das últimas décadas. É fundamental que exista uma cooperação próxima entre a diplomacia económica portuguesa e as empresas que estão no terreno”, acrescentou.
O embaixador Nuno Mathias mostrou-se recetivo às perspetivas apresentadas, alinhando-se com a visão de reforço da cooperação económica e institucional entre os dois países. A AEMinho manifestou total disponibilidade para colaborar com a Embaixada em iniciativas que aproximem empresas, promovam investimento e fortaleçam a cooperação económica Portugal-Angola.
Para Ramiro Brito, “Angola deve continuar a ser encarada como um parceiro económico prioritário para Portugal, merecendo atenção estratégica permanente das instituições e da diplomacia económica portuguesa”.
































