PSP rejeita acusações do Bétis e aponta pirotecnia como causa dos atrasos em Braga

Autoridades garantem que não houve situações de perigo no Braga-Bétis e contrariam versão do clube espanhol

A PSP rejeitou as acusações do Bétis sobre alegadas falhas de segurança no jogo frente ao SC Braga, garantindo que não existiu qualquer “situação perigosa” durante a entrada dos adeptos no Estádio Municipal.

Em resposta às críticas do clube espanhol, a força policial explicou que os atrasos nas entradas se deveram à deteção de pirotecnia entre adeptos visitantes, o que obrigou ao reforço das revistas de segurança.

Segundo a PSP, a suspeita revelou-se fundamentada, tendo sido levantados autos de contraordenação por posse de material proibido, além da detenção de um indivíduo e da expulsão de dois adeptos do recinto.

As autoridades sublinham ainda que, apesar da demora, não foram registados incidentes de ordem pública nem situações de risco para a integridade física dos adeptos, contrariando a versão apresentada pelo Bétis, que denunciou condições “perigosas e inseguras”.

A PSP acrescenta que o estádio dispõe de acessos específicos para adeptos visitantes e que toda a operação decorreu com acompanhamento de elementos da polícia espanhola e da UEFA, sem qualquer reparo por parte dos responsáveis de segurança.

Também o SC Braga já tinha rejeitado responsabilidades, apontando atrasos na saída do ponto de encontro e irregularidades com bilhetes e material pirotécnico como fatores que condicionaram o acesso ao estádio.

O caso poderá ainda ser analisado pela UEFA, numa altura em que a eliminatória segue empatada e será decidida na segunda mão, em Sevilha.