Dois militares, de 21 e 22 anos, morreram depois de serem atropelados quando prestavam auxílio a um camionista. Exército abriu processo de averiguações e acionou apoio às famílias.
O Ministério da Defesa Nacional lamentou “profundamente” a morte de dois militares do Exército português, atropelados esta sexta-feira na A1, junto à área de serviço de Cantanhede, na zona da Mealhada.
Os dois militares, de 21 e 22 anos, foram colhidos quando prestavam auxílio ao condutor de um veículo pesado de mercadorias que se encontrava imobilizado na autoestrada, na sequência do rebentamento de um pneu. O acidente ocorreu ao quilómetro 204, no sentido Norte-Sul.
As vítimas foram transportadas em estado grave para o Hospital Universitário de Coimbra, onde acabaram por morrer.
Segundo informações entretanto divulgadas, os dois militares pertenciam ao Regimento de Engenharia 1, sediado em Tancos, e regressavam à unidade depois de terem participado, durante a semana, na montagem de uma ponte militar em São Pedro do Sul.
Em comunicado, o Ministério da Defesa apresentou “as mais sentidas condolências” às famílias e ao Exército. O ramo das Forças Armadas confirmou, com “profundo pesar”, a morte dos dois militares.
Exército abre processo de averiguações
Na sequência do acidente, o Exército acionou os mecanismos de apoio às famílias, incluindo acompanhamento psicológico, e determinou a abertura de um processo de averiguações para apurar as circunstâncias do atropelamento.
“O Exército lamenta profundamente este trágico desfecho e apresenta as mais sentidas condolências às famílias, amigos e camaradas dos militares”, refere a instituição.
O acidente ocorreu cerca das 09h33 e provocou constrangimentos na circulação da A1 durante as operações de socorro.


































