O organizador revelou que entre os 62 participantes da tão polémica festa de sexo estavam dezenas de personalidades conhecidas. Ninguém temeu ser contagiado pela Covid-19.

Ricardo Champalimaud há muito que organiza festas privadas, a maioria realizam-se na zona de Cascais. Tudo acontece com a maior das discrições, pouco [ou praticamente nada] tem vindo a público sobre este tipo de evento.

O mesmo não aconteceu com a festa que se realizou no passado sábado, 25 de julho, na Herdade da Comporta. Muito se falou sobre este acontecimento, especialmente porque juntou mais de 20 pessoas, ou seja, desrespeitando as indicações da Direção-Geral de Saúde.

O organizador – que ainda no passado 26 de junho organizou outra festa destas em Cascais – nega: “Foram criados ambientes seguros e de grande confiança para os nossos convidados [62 no total]. Em cada espaço não havia mais de 15 a 20 pessoas“, disse Ricardo Campalimaud ao jornal ‘i’.

Ficou-se ainda a saber que entre os participantes desta luxuosa e privada festa da Purília – comunidade privada que procura satisfazer os amantes e entusiastas do sexo – estiveram “algumas celebridades, quer nacionais, quer internacionais“, conforme revelou o organizador.

Este tipo de festa é muito procurado por nomes bem conhecidos da sociedade portuguesa — como políticos e governantes, treinadores, jogadores de futebol e estrelas de televisão.

1 COMENTÁRIO

  1. Aí está a diferença! Quando se trata de sexo entre gente remediada ou classe pobre,chama-se de prostituição e é proibida e justiçada , como é sexo e outras coisas com gente de dinheiro já se dá o nome de festa de sexo com convites e tudo. Viva a democracia, viva a liberdade, viva a hipocrisia, viva as casas de alterne da borguesia, e retirem a palavra justiça do vocabulário porque essa coisa não existe.

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