O nosso país ocupa assim a 15.º posição no ranking da edição de julho do Barómetro da Organização Mundial do Turismo.

Portugal subiu duas posições no ranking global de chegadas de turistas internacionais na edição de julho do Barómetro da Organização Mundial do Turismo (OMT), anunciou o Ministério da Economia esta sexta-feira. O nosso país ocupa assim a 15.º posição no ranking. 

“Estes resultados comprovam o sucesso da Estratégia Turismo 2027, reafirmando a competitividade do turismo nacional, que o 12.º lugar no Índice de Competitividade do Fórum Económico Mundial em 2019 também confirmou. Por outro lado, os dados demonstram igualmente a tendência de crescimento em valor (crescimento dos gastos superior ao crescimento da procura) e uma diversificação dos mercados, com redução de 1,6 p.p. do peso dos cinco principais mercados emissores para Portugal”, refere a secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, citada em comunicado. 

Este ano, porém, com a pandemia a história é diferente: A atividade turística esteve “praticamente parada” em maio, mês em que o país iniciou a fase de desconfinamento, de acordo com os dados mais recentes divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). O número de hóspedes caiu 94,2% nesse mês. 

Em abril, recorde-se, mês em que a economia portuguesa esteve quase paralisada, o número de hóspedes tinha afundado 97,7%

No ano passado, Portugal registou 24,6 milhões de turistas internacionais de acordo com o INE. Este valor representa um crescimento de 7,9% face ao ano anterior. Relativamente às receitas do turismo internacional, Portugal registou 18,4 mil milhões de euros em 2019 (+8,1% face a 2018), mantendo a 20.ª posição em termos internacionais.

“Queremos regressar a esta rota de crescimento e continuamos a convidar todos os portugueses visitarem Portugal e (re)descobrirem o melhor destino do mundo”, sublinha a secretária de Estado do Turismo.

De acordo com a tutela, Portugal ganhou quota de mercado em termos mundiais, “crescendo bastante acima da média mundial (+3,6%) e europeia (+4,0%), bem como na região da Europa do Sul e Mediterrâneo (+5,4%)”, pode ler-se.