Maioria das empresas tem a oferta praticamente idêntica ao período pré-pandemia, mas ainda assim somam quebras de cerca de 40% face aos passageiros que transportavam.

As empresas do setor dos transportes urbanos de Lisboa e Porto continuam a acumular prejuízos. Número de passageiros é quase metade (40%) do que era em 2019, mas oferta é praticamente idêntica. A notícia é avançada na edição desta terça-feira no Jornal de Notícias (JN).

O jornal recorda que no início de 2020 as validações de títulos de viagem e passes batiam recordes e dá o exemplo do Metro do Porto. Em fevereiro desse ano tinha 6,2 milhões de validações, ao passo que em 2021 foram feitas 3,8 milhões. Em maio, continuam 43% abaixo do que se verificou em 2019.

Em Lisboa, a situação é similar. O Metro, com menos 67% dos passageiros (de janeiro a maio) do que durante o mesmo período em 2019, continua à espera da retoma.

A ganhar algum folgo e a aumentar o nível do número de passageiros estão os comboios urbanos da capital. Ainda assim, em abril, os valores estão a 40% abaixo dos registados em período homólogo de 2019. Todavia, no Porto, nos urbanos, não se verificou recuperação em 2020 e o número de passageiros está a sensivelmente a metade dos registados em 2019.

A fase final do desconfinamento, a partir do dia 14, pode significar mais passageiros e uma nova esperança para o setor, uma vez que, por exemplo, o teletrabalho deixa de ser obrigatório.

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