Secretário-geral do PCP junta-se a Mariana Silva e Sandra Cardoso na Escola Sá de Miranda, reforçando aposta na eleição de deputados no distrito
A CDU vai encerrar a sua campanha para as Legislativas com um comício na Escola Secundária Sá de Miranda, em Braga, esta sexta-feira. A iniciativa contará com a presença de Paulo Raimundo, secretário-geral do PCP, de Mariana Silva, da Comissão Executiva do Partido Ecologista “Os Verdes”, e de Sandra Cardoso, cabeça-de-lista da coligação pelo círculo de Braga.
Em comunicado enviado às redações, a coligação PCP-PEV sublinha que “a eleição de deputados da CDU pelo círculo de Braga é a questão decisiva que se coloca”, destacando o trabalho e a proximidade às populações dos eleitos em legislaturas anteriores. Ao escolher Braga como palco do comício final da campanha nacional, a CDU afirma a sua confiança na possibilidade de eleger representantes no distrito.
O círculo eleitoral de Braga elege 19 deputados e é o terceiro maior do país, a par de Setúbal, ficando apenas atrás de Lisboa (48) e do Porto (40). Segundo os dados dos Censos de 2021, o distrito tem uma população de 846.515 habitantes, distribuídos por 14 concelhos. Para as eleições deste domingo, estão registados 782.401 eleitores, mais 2.238 do que em 2024.
Na última eleição legislativa, os 19 lugares atribuídos a Braga foram repartidos entre a AD (8 mandatos), PS (6), Chega (4) e Iniciativa Liberal (1). Para este ano, voltam a liderar as listas Hugo Soares (AD), José Luís Carneiro (PS), Filipe Melo (Chega) e Rui Rocha (IL).
O Bloco de Esquerda apresenta Francisco Louçã como cabeça-de-lista para tentar recuperar representação. A CDU mantém Sandra Cardoso, professora, como número um. Também concorrem Jorge Araújo (Livre), Sandra Alemão (PPM), José Joaquim Peixoto (Nova Direita), Tiago Rodrigues (Ergue-te), João Horta (Juntos pelo Povo), Gonçalo Bandeira (ADN), António Fagundes (RIR), Tiago Teixeira (PAN) e Miguel Amador Rosa (Volt).
A candidatura do PCTP/MRPP foi rejeitada pelo Tribunal Judicial da Comarca de Braga, devido à entrega fora de prazo e à insuficiência de elementos na lista. O partido recorreu para o Tribunal Constitucional, alegando que cumpriu os prazos legais e que dispõe de 48 horas para completar os dados em falta.
































