Técnica é acusada de tráfico agravado por destinar estupefacientes a estabelecimento prisional
Uma advogada de Braga ficou, na tarde desta quinta-feira, em prisão preventiva por fortes indícios da prática do crime de tráfico de estupefacientes agravado, por alegadamente introduzir droga em meio prisional.
A medida de coação mais gravosa foi aplicada pelo Tribunal de Instrução Criminal do Porto, após primeiro interrogatório judicial. O tribunal considerou, entre outros fatores, a reincidência e os indícios recolhidos pela Polícia Judiciária, através da Diretoria do Norte.
A suspeita, de 39 anos, já tinha sido detida a 9 de julho de 2024 no âmbito de investigação relacionada com o envio de droga para o Estabelecimento Prisional de Custóias. Na altura, ficou em liberdade enquanto prosseguiam as diligências.
Segunda detenção em ano e meio
A nova detenção ocorreu esta quarta-feira, levada a cabo pela Secção Regional de Investigação de Tráfico de Estupefacientes (SRITE) da Diretoria do Norte da PJ, sendo a segunda no espaço de pouco mais de um ano e meio.
Após aplicação da prisão preventiva, a arguida foi conduzida ao Estabelecimento Prisional Central Feminino de Santa Cruz do Bispo, onde ficará a aguardar o desenrolar do processo judicial.
O crime de tráfico de estupefacientes é agravado quando os produtos se destinam a estabelecimentos prisionais, circunstância que pesa na moldura penal aplicável.
































