Hélder Silva vence na Rampa da Penha e reforça liderança

A 47.ª edição da Rampa da Penha, segunda prova do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, voltou a evidenciar o excelente momento da modalidade, com um fim de semana competitivo e acompanhado por milhares de espectadores na montanha vimaranense.

Organizada pelo Demoporto, a prova reuniu 84 pilotos, que enfrentaram um traçado técnico e exigente, onde a classificação foi definida pela soma das duas melhores subidas.

O campeão nacional, Hélder Silva, em Norma FC20 M20FC, voltou a confirmar o favoritismo, alcançando uma vitória construída com maior resistência do que o habitual. Apesar de algumas dificuldades na afinação do monolugar, o tempo alcançado na primeira subida acabou por ser decisivo.

Na segunda posição terminou José Correia (Osella PA30), que protagonizou uma recuperação notável e venceu a última subida, ficando a apenas 1,4 segundos do vencedor. Já Tomás Pinto (BRC CM 05 EVO) voltou a destacar-se, fechando o pódio da geral a escassos dois segundos da vitória e dominando a categoria Protótipos B.

GT, Turismos e Super Challenge em destaque

Na categoria GT, José Rodrigues (Porsche 992 GT3 Cup) esteve em evidência, com uma exibição dominante que lhe permitiu estabelecer um novo recorde da categoria na Penha e terminar no oitavo lugar da geral, reforçando o estatuto de principal candidato ao título.

Nos Turismos, o regresso de Pedro Alves (SEAT Leon TCR) foi marcante, com o campeão nacional a impor-se de forma clara, lançando um forte aviso à concorrência.

Já na categoria Super Challenge, Luís Nunes (Skoda Fabia R5) voltou a dominar, mantendo-se invicto em 2026 e assumindo-se como grande favorito à renovação do título.

Montanha em crescimento

Com uma lista de participantes numerosa, carros de elevado nível competitivo e corridas decididas por margens mínimas, a prova confirmou a crescente competitividade e mediatismo do campeonato.

A Rampa da Penha voltou, assim, a afirmar-se como uma das etapas mais emblemáticas do calendário, num momento em que a modalidade atravessa uma fase de grande vitalidade em Portugal.

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