Obras obrigam ao corte de acesso da A28 à Zona Industrial de Neiva durante dois meses

Condicionamento começa na próxima segunda-feira e afeta trânsito no sentido Porto-Viana

O acesso da A28 à Zona Industrial de Neiva, em Viana do Castelo, vai estar cortado ao trânsito durante cerca de dois meses devido às obras da nova via rodoviária do Vale do Neiva.

Segundo informou a Câmara Municipal de Viana do Castelo, o condicionamento entra em vigor já na próxima segunda-feira, 18 de maio, no âmbito da empreitada de construção do novo acesso rodoviário entre a zona industrial e o nó da autoestrada.

Desvios obrigatórios no sentido Porto-Viana

O corte vai afetar apenas os automobilistas que circulam no sentido sul-norte da A28, ou seja, no trajeto Porto-Viana do Castelo.

Neste sentido, a entrada de acesso à Zona Industrial de Neiva ficará totalmente encerrada, obrigando os condutores a recorrerem a percursos alternativos através das saídas de Darque ou Castelo do Neiva/Malafaia.

Já no sentido contrário, norte-sul (Viana-Porto), não estão previstos quaisquer cortes ou alterações à circulação automóvel.

Nova ligação ao Vale do Neiva avança “a bom ritmo”

De acordo com a autarquia vianense, os trabalhos da nova Via do Vale do Neiva decorrem “a bom ritmo”.

A empreitada representa um investimento global de 13,5 milhões de euros, financiado através do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), e prevê a criação de uma nova ligação rodoviária com cerca de 5,2 quilómetros entre o Vale do Neiva e a A28.

A nova via terá duas faixas de rodagem com sete metros de largura e começará junto ao nó da A28, na rotunda da EN13, junto à Zona Industrial de Neiva.

Ligação vai servir várias zonas industriais

O objetivo da infraestrutura passa por melhorar os acessos às zonas empresariais e industriais de Carvoeiro, Barroselas, Vila de Punhe e Alvarães, garantindo uma ligação mais rápida ao IC1/A28 e às estradas nacionais EN103 e EN13.

Dos 13,5 milhões de euros previstos para a obra, cerca de 10 milhões destinam-se aos trabalhos de terraplanagem, drenagem, pavimentação e instalação de equipamentos e serviços, enquanto os restantes 3,5 milhões foram reservados para expropriações.

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