A Guarda Nacional Republicana (GNR) deteve, desde o início do ano, 134 pessoas por suspeitas da prática do crime de incêndio, anunciou a força de segurança, que reforçou o patrulhamento em todo o país devido ao agravamento do risco de incêndio rural.
Segundo a GNR, a maioria das detenções está relacionada com comportamentos negligentes no uso do fogo, uma das principais causas de ignições em espaço rural.
Face às previsões de risco máximo, muito elevado e elevado para grande parte do território nacional ao longo desta semana, a GNR intensificou as ações de fiscalização e sensibilização, garantindo a manutenção do dispositivo de prevenção, vigilância e deteção precoce de incêndios.
A força de segurança recorda que, nestas condições, é proibido fumar, fazer lume ou fogueiras em espaços florestais e agrícolas, realizar queimas ou queimadas de sobrantes, lançar foguetes e balões de mecha acesa, fumigar apiários sem dispositivos de retenção de faúlhas e circular com tratores, máquinas ou veículos pesados que não disponham de extintor e tapa-chamas nos tubos de escape.
Desde o início de 2026, a GNR realizou 4.680 ações de sensibilização junto das populações e efetuou 8.549 sinalizações a proprietários, aconselhando a adoção de medidas preventivas para reduzir o risco de incêndio antes do período mais crítico.
A corporação sublinha que o reforço do patrulhamento visa assegurar o cumprimento das normas de segurança, reduzir o número de ignições e proteger as populações, os bens e o património florestal nacional.



































