Maestro bracarense Filipe Cunha dirige concerto nas Festas do Divino Espírito Santo, nos Açores

Filipe Cunha

Diretor artístico da Orquestra Filarmónica de Braga sobe ao pódio da Orquestra Sinfonietta de Ponta Delgada num espetáculo que inclui a estreia mundial de uma nova cantata dedicada ao Espírito Santo.

O maestro bracarense Filipe Cunha, diretor artístico da Orquestra Filarmónica de Braga, foi convidado para dirigir a Orquestra Sinfonietta de Ponta Delgada num concerto integrado nas Festas do Divino Espírito Santo, uma das mais emblemáticas celebrações religiosas da ilha de São Miguel, nos Açores.

O espetáculo está agendado para o próximo dia 9 de julho, às 22:00 (hora local), e terá lugar na Igreja Matriz de Ponta Delgada.

Concerto assinalado pela estreia mundial de uma nova obra

Um dos momentos mais aguardados da noite será a estreia absoluta da obra “Eis o Dom do Espírito”, uma cantata para Espírito Santo, orquestra, coro e soprano, da autoria da compositora Ana Paula Andrade.

A interpretação desta nova criação constitui um dos pontos altos do programa e representa um desafio artístico acrescido para todos os intervenientes, numa estreia mundial integrada nas festividades religiosas.

Programa reúne grandes nomes da música clássica

Além da nova composição, o concerto contará com a participação da soprano Carina Andrade como solista e incluirá obras de alguns dos mais conceituados compositores da música erudita.

O público poderá ouvir peças de Wolfgang Amadeus Mozart, Antonio Vivaldi, Piotr Ilyich Tchaikovsky, Johannes Brahms e Georges Bizet, num repertório que percorre diferentes épocas e estilos da música clássica.

O encerramento ficará reservado para a interpretação do tradicional Hino do Espírito Santo, executado conjuntamente pela orquestra e pelo coro.

“Será um concerto muito especial”

A propósito do convite, Filipe Cunha manifestou a satisfação por integrar um evento de grande significado cultural e religioso.

O maestro destacou a responsabilidade de dirigir uma estreia mundial, sublinhando simultaneamente a qualidade do programa musical e a beleza do local escolhido para o concerto.

“Será certamente um concerto muito especial e sinto-me muito motivado. Além da obra em estreia, o que é sempre uma responsabilidade acrescida, o restante programa é espetacular e o local do concerto é lindíssimo. Serão momentos carregados de emoção e simbolismo”, afirmou.

Reconhecimento do percurso artístico

O convite dirigido a Filipe Cunha representa mais um reconhecimento do percurso que o maestro tem vindo a construir no panorama musical português.

Enquanto diretor artístico da Orquestra Filarmónica de Braga, tem desenvolvido uma atividade regular de promoção da música sinfónica e coral, somando agora mais uma participação de destaque num dos principais eventos culturais e religiosos dos Açores.

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