Braga sai à rua este sábado contra o aumento do custo de vida

Fotografia ilustrativa

Concentração está marcada para as 17:00, junto ao Coreto da Avenida Central. Habitação, combustíveis, energia e salários estão entre as principais reivindicações.

Braga recebe este sábado, 10 de outubro, uma concentração de protesto contra o aumento do custo de vida. A mobilização está marcada para as 17:00, junto ao Coreto da Avenida Central, sob o lema «Não dá mais para viver assim».

A iniciativa integra uma mobilização nacional que pretende levar a contestação a várias cidades portuguesas, chamando a atenção para as dificuldades das famílias em suportar as despesas com habitação, combustíveis, energia e bens essenciais.

Os promotores defendem que a subida dos preços está a agravar a pressão sobre os orçamentos familiares e exigem medidas que permitam recuperar o poder de compra e garantir melhores condições de vida.

Habitação, salários e combustíveis no centro do protesto

Entre as principais reivindicações estão o controlo dos preços dos bens essenciais e dos combustíveis, a tributação dos lucros extraordinários e o aumento dos salários e rendimentos em função da evolução do custo de vida.

Na área da habitação, os organizadores reclamam medidas para travar a crise, incluindo limites às rendas e um reforço da oferta de habitação pública, de forma a facilitar o acesso a uma casa a preços comportáveis.

O comunicado que acompanha a mobilização aponta ainda para os resultados financeiros de grandes empresas dos setores da distribuição, da banca e da energia, contrastando esses lucros com as dificuldades enfrentadas por quem trabalha para pagar as despesas do dia a dia.

«Não dá mais para viver assim»

Com o lema «Não dá mais para viver assim», os promotores apelam à participação dos cidadãos e defendem uma mudança de políticas para responder ao agravamento das condições económicas das famílias.

A concentração está prevista para as 17:00 de sábado, junto ao Coreto da Avenida Central, em Braga, e pretende dar visibilidade às reivindicações relacionadas com o custo da habitação, os preços dos bens essenciais e a valorização dos rendimentos.

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