Representante do movimento Amar e Servir acusa Executivo de falta de transparência e abertura ao diálogo
Jenny Santos, representante do movimento independente Amar e Servir Real, Dume e Semelhe, lançou um apelo à comunidade para marcar presença nas próximas Assembleias de Freguesia, defendendo uma maior vigilância e envolvimento dos cidadãos na vida política local.
Segundo Jenny Santos, está a formar-se “uma geringonça entre o Partido Socialista e a coligação Juntos Por Braga”, situação que, afirma, levanta preocupações quanto à transparência e ao funcionamento democrático dos órgãos da União de Freguesias.
Críticas à última Assembleia de Freguesia
A representante recorda a Assembleia de Freguesia realizada a 30 de dezembro, alegando que a respetiva Ata 1 omitiu factos relevantes. Entre os exemplos apontados está a intervenção de Filipe Pinheiro, membro eleito pela coligação Juntos Por Braga, que, segundo Jenny Santos, não foi registada no documento oficial.
“Na última Assembleia omitiram factos importantes na ata, nomeadamente a intervenção de um membro eleito, o que levanta sérias dúvidas sobre a veracidade do que ficou registado”, afirmou.
Votação da ata gera contestação
Jenny Santos salientou ainda que a ata foi aprovada com votos favoráveis do Partido Socialista e a abstenção dos Juntos Por Braga, apesar de, segundo a mesma, todos os presentes terem assistido às intervenções que não ficaram registadas.
“Aquela sala percebeu que não houve verdade naquele momento. Não houve verdade nem nos votos a favor, nem na abstenção”, sublinhou, reforçando as críticas ao processo.
Apelo à comunidade
Perante este cenário, Jenny Santos considera que o Executivo da União de Freguesias “mostrou que não está preparado para dialogar”. Por esse motivo, deixou um convite direto à população para participar ativamente nas Assembleias de Freguesia, defendendo que a presença dos cidadãos é essencial para “verificar o que está a acontecer na União de Freguesias de Real, Dume e Semelhe”.

































