Federação prevê saldo positivo, consolida certificações internacionais e reforça ambição para o Mundial 2026
Os sócios ordinários da Federação Portuguesa de Futebol aprovaram este sábado, em assembleia-geral realizada na Cidade do Futebol, em Oeiras, o plano de atividades e o orçamento para a época 2026/27, que prevê receitas recorde superiores a 161 milhões de euros.
O documento aprovado contempla ainda um saldo positivo estimado em 2,8 milhões de euros, um valor que o presidente da federação, Pedro Proença, classificou como “robusto, mas prudente”, sublinhando o equilíbrio entre ambição e sustentabilidade financeira.
Na intervenção após a aprovação, o dirigente destacou que o plano agora validado reflete uma estratégia de crescimento sustentado, com objetivos definidos e uma gestão financeira alinhada com a realidade do futebol moderno.
Durante a mesma assembleia-geral foram também ratificados os regulamentos disciplinar e de arbitragem da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, numa sessão extraordinária que incluiu ainda a aprovação da atribuição do título de sócio honorário a Marcelo Rebelo de Sousa, em reconhecimento pelo contributo institucional e pelo apoio ao futebol nacional.
Pedro Proença salientou igualmente a certificação da Federação Portuguesa de Futebol com a norma internacional de sistema de gestão anticorrupção, juntando-se a outras certificações já obtidas nas áreas da qualidade, segurança da informação e ambiente. Segundo o presidente, trata-se de um marco relevante que reforça a credibilidade institucional da FPF a nível internacional.
O dirigente federativo deixou ainda uma nota de confiança quanto ao ciclo competitivo que se aproxima, com particular foco no Mundial de 2026, reiterando a ambição de Portugal em manter-se entre as principais referências do futebol mundial.





























