Urgência do Hospital de Braga mantém funcionamento apesar da indisponibilidade de médicos tarefeiros

Hospital de Braga

ULS Braga reorganiza equipas para assegurar resposta aos utentes enquanto médicos prestadores reclamam aumento da remuneração horária

A Urgência Geral do Hospital de Braga vai manter-se em funcionamento durante o próximo fim de semana, apesar da indisponibilidade manifestada por vários médicos tarefeiros, que decidiram não assegurar turnos em protesto pelo valor atualmente pago à hora.

A confirmação foi feita pela Unidade Local de Saúde (ULS) de Braga, que garante estar a reorganizar as equipas internas para assegurar o normal funcionamento do serviço e garantir resposta aos utentes.

Médicos contestam remuneração

Os médicos prestadores de serviços comunicaram a sua indisponibilidade para trabalhar durante o fim de semana, reivindicando uma atualização da remuneração horária praticada.

Em resposta, a ULS Braga confirma que alguns médicos tarefeiros manifestaram a impossibilidade de assegurar os turnos previstos na Urgência Geral, esclarecendo, contudo, que o Conselho de Administração não dispõe, nesta fase, de competência deliberativa para proceder à revisão dos valores pagos.

Reunião marcada para o final do mês

Com o objetivo de encontrar uma solução para o impasse, a administração da ULS Braga agendou uma reunião com os médicos prestadores para o final de julho.

O encontro pretende dar continuidade ao diálogo entre as partes e analisar possíveis soluções para a questão remuneratória, que motivou o protesto.

Serviço assegurado no fim de semana

Apesar das dificuldades criadas pela indisponibilidade de alguns profissionais, a ULS Braga garante que está a desenvolver todos os esforços para assegurar o normal funcionamento do Serviço de Urgência.

Segundo a instituição, está em curso uma reorganização das equipas médicas internas, permitindo manter a resposta assistencial a todos os utentes que necessitem de recorrer ao Hospital de Braga durante o fim de semana.

A administração da ULS reforça que a prioridade continua a ser garantir a continuidade dos cuidados de saúde e minimizar qualquer impacto na assistência prestada à população.

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