Tinha 55 anos e passou os últimos anos no Centro de Acolhimento Temporário da Cruz Vermelha, em Nogueira.

António Jorge Gonçalves Gomes, de 55 anos, morreu na madrugada de quarta-feira no Centro de Acolhimento Temporário da Cruz Vermelha Portuguesa (CVP), no lugar da Agrinha, em Nogueira, Braga.

Natural de Merelim São Paio, tornou-se uma figura conhecida dos bracarenses. Durante vários anos, pediu ajuda aos automobilistas numa esquina da Avenida da Liberdade, junto ao antigo Hotel do Turismo, ou na zona da Rodovia.

Muitos recordam-no pelos olhos azuis e pela mão direita ou esquerda dobrada, uma deficiência que terá resultado de uma cirurgia em que foi cortado, de forma irreversível, um tendão.

Nos últimos anos, deixou de andar pelas ruas da cidade e permaneceu, por vontade própria, na zona do Centro de Acolhimento.

“Morreu tranquilamente entre aqueles, os funcionários da CVP, que dele cuidaram e que eram a sua família”, afirmou uma fonte ligada ao processo.

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here