Pelo menos quatro vacas de raças Cachena, Barrosã e Galega foram atingidas a tiro na passada segunda-feira quando pastavam livremente pelas ruas de Aboim da Nóbrega, em Vila Verde. Uma delas morreu e outras três ficaram com ferimentos graves, desconhecendo-se ainda se vão sobreviver.

Ainda não se conhecem os autores da barbárie mas alguns dos motivos para este massacre são difundidos pela população local, que assiste livremente à passagem de vacas que pastam em terrenos privados, praias fluviais, beiras das estradas e em todo e qualquer local em que uma barreira física não seja impedimento.

Algumas das vacas atingidas a tiro pastavam livremente num caminho secundário do lugar das Lameiras, junto às cascatas do Vade. Foram atingidas, provavelmente durante a madrugada, por um atirador.

Duas delas foram avistadas com ferimentos graves na zona da cabeça, mas acabaram por fugir, estando ainda desaparecidas.

Uma outra foi resgatada e estará a ser tratada em casa do dono, enquanto que a quarta, que até se encontrava dentro de um campo devidamente confinada, acabou por cair a um ribeiro e morreu, depois de baleada.

Ao que apurámos, a GNR esteve no local e está a proceder a diligências para apurar os motivos do massacre de gado em Vila Verde.

A livre pastagem de gado é uma das características de Aboim da Nóbrega e da aldeia de Gondomar, ali ao lado. Os proprietários habitualmente libertam o gado durante o dia para o recolher para as cortes à noite. Durante o verão, é habitual deixarem o gado livre durante toda a semana, recolhendo-o ao sábado.

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