Na marcha do Dia Mundial do Professor, o sentimento é comum: todos sentem que a profissão é desvalorizada e que é necessária uma intervenção imediata do Governo.

O protesto, que assinalou o Dia Mundial do Professor, partiu do largo de Santos até ao Ministério da Educação (ME), na avenida Infante Santo, onde Mário Nogueira, secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), vai encerrar a iniciativa com um discurso num palco montado nas imediações do ME.

Os manifestantes exibem bandeiras dos vários sindicados afetos à Fenprof mas são também visíveis cartazes com palavras de ordem relacionadas com a aposentação, carreiras, concursos, entre outras matérias que integram as reivindicações dos docentes.

A manifestação decorreu até momento de forma tranquila, sendo acompanhada por alguns elementos da PSP.

Para a Fenprof, a manifestação acontece numa altura em que se vive um “quadro de grande ataque à dignidade profissional docente e de enorme desrespeito pelo direito à negociação coletiva”.

Entre as principais reivindicações, a estrutura sindical sublinha a recomposição da carreira, o regime de aposentação e rejuvenescimento da profissão, horários e condições de trabalho, precariedade profissional e o regime de concursos.

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