Marques Mendes em Viana: “Deve ser o distrito onde tenho mais placas de inauguração”

Candidato presidencial recorda trabalho desenvolvido no Alto Minho entre 1991 e 1995 e diz sentir um “carinho especial” da população

O candidato presidencial Marques Mendes afirmou este sábado, em Viana do Castelo, que o Alto Minho deverá ser o distrito do país onde inaugurou mais obras ao longo da sua carreira política, fruto do trabalho desenvolvido enquanto deputado pelo círculo eleitoral vianense na VI Legislatura, entre 1991 e 1995.

“Trabalhei muito por este distrito. Deve ser, em Portugal, o distrito onde tenho mais placas de inauguração, culturais e desportivas”, afirmou, sublinhando que esse registo resulta do empenho político que manteve na região durante esse período.

Marques Mendes considerou natural que os mais jovens não tenham memória desse trabalho, mas garantiu que a população mais velha continua a demonstrar apreço. “As pessoas lembram-se e têm um carinho especial por mim. Isso viu-se quando vim à Senhora da Agonia, em agosto”, referiu, acrescentando que sempre cultivou uma relação próxima com Viana do Castelo.

Durante o contacto com a população, marcado por manifestações de apoio, fotografias e cumprimentos, houve também espaço para momentos menos consensuais. Um eleitor assumidamente social-democrata abordou o candidato para lhe dizer que não tencionava votar nele, admitindo estar inclinado para João Cotrim Figueiredo, candidato apoiado pela Iniciativa Liberal. Marques Mendes respondeu com cordialidade e chegou a convidá-lo para um café, convite que acabou recusado.

Questionado sobre as sondagens, o candidato apoiado por Partido Social Democrata e CDS-PP mostrou-se confiante de que os resultados do dia 18 de janeiro irão contrariar as previsões. “Acho que se vão enganar todos redondamente”, afirmou, garantindo que a sua convicção não se baseia apenas em perceções pessoais.

Sobre as declarações de Pedro Santana Lopes, que considerou que a Presidência da República ficaria bem entregue a António José Seguro, Marques Mendes escusou-se a comentar, defendendo que “cada um tem o direito à sua opinião” em contexto eleitoral.

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