Quer maximizar o prazer? Saiba a melhor hora do dia para ter relações sexuais

Estudos sugerem que o momento do dia em que temos relações íntimas pode influenciar não só o prazer, mas também o humor, a energia e a conexão com o parceiro.

A vida sexual faz parte do bem-estar físico e emocional de um casal, mas a pergunta “qual é a melhor hora do dia para ter relações sexuais?” tem despertado cada vez mais interesse entre especialistas. Mais do que um mito ou preferência cultural, há evidências científicas que indicam momentos em que o organismo está mais preparado para o sexo — e esses momentos podem variar de acordo com a idade, o ritmo biológico e os níveis hormonais.

O que diz a ciência?

Investigadores que estudam o relógio biológico humano explicam que o corpo reage de forma diferente ao longo do dia. Hormonas como a testosterona, associada ao desejo e à energia sexual, tendem a atingir picos em determinados períodos, influenciando tanto o impulso como a performance.

Segundo o investigador do sono Paul Kelley, da Universidade de Oxford, o horário ideal para ter relações pode mudar com a idade:

  • 20 anos: o pico de energia sexual pode surgir por volta das 15h00.
  • 30 anos: a manhã cedo, cerca das 8h20, poderá ser o momento em que o corpo responde melhor ao desejo e ao prazer.
  • A partir dos 40/50 anos: a hora ideal tende a deslocar-se para a noite, por volta das 22h00, acompanhando o ciclo de descanso e relaxamento do organismo.

Porque a manhã é muitas vezes apontada como ideal?

Além das hormonas, há outros fatores que explicam por que muitos consideram a manhã um período propício ao sexo. Estudos com milhares de participantes registaram que relações entre as 7h30 e as 8h00 foram frequentemente associadas a maior satisfação.

As razões incluem:

  • Níveis mais elevados de testosterona após o sono
  • Sensação de bem-estar depois do descanso
  • Maior energia física
  • Menos distrações externas

Existe uma “hora perfeita” para todos?

Nem todos os especialistas concordam num único melhor horário. Em casais com rotinas exigentes ou horários incompatíveis, a disponibilidade emocional e física pode ser mais determinante do que o relógio.

O que os estudos parecem consensualizar é que o ritmo natural do corpo influencia a resposta sexual. Alinhar a intimidade com os picos de energia ou com momentos de maior proximidade emocional pode potenciar não só o desejo, mas também a sensação geral de bem-estar.

No fundo, mais do que a hora exata, o que faz diferença é a sintonia — com o corpo e com o parceiro.

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