Incêndio em apartamento na Póvoa de Lanhoso obriga à evacuação de moradores e deixa mulher ferida após mordedura de cão

Chamas tiveram origem na cozinha de uma habitação em Fontarcada. Quatro pessoas foram assistidas por inalação de fumos e bombeiros enfrentaram dificuldades no acesso ao edifício.

Um incêndio que deflagrou ao início da tarde desta terça-feira num apartamento da freguesia de Fontarcada, no concelho da Póvoa de Lanhoso, mobilizou vários meios de socorro e obrigou à evacuação de quatro pessoas devido à inalação de fumos.

O fogo teve origem na cozinha de uma habitação situada no segundo andar de um prédio residencial, espalhando rapidamente fumo pelas zonas comuns do edifício e levando à retirada preventiva dos moradores afetados.

Quatro pessoas assistidas após exposição ao fumo

Segundo as informações apuradas no local, os quatro evacuados receberam assistência médica devido à inalação de fumos, permanecendo sob observação das equipas de emergência durante as operações de socorro.

Apesar do susto e da elevada concentração de fumo no interior do edifício, não há indicação de ferimentos graves entre os moradores.

Mulher mordida por cão quando tentava prestar auxílio

A ocorrência ficou também marcada por um episódio inesperado. Uma mulher que procurava ajudar nos momentos iniciais da emergência acabou por ser mordida por um cão de grande porte, necessitando igualmente de assistência.

As circunstâncias concretas da mordedura não foram divulgadas, mas o incidente ocorreu durante as tentativas de apoio aos ocupantes do prédio enquanto decorria a situação de emergência.

Bombeiros obrigados a combater o fogo pelo exterior

Os operacionais dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso enfrentaram dificuldades acrescidas na fase inicial da intervenção.

De acordo com as informações recolhidas, a presença de três cães de grande porte junto à entrada do edifício dificultou o acesso imediato ao interior, obrigando os bombeiros a iniciarem o combate às chamas a partir do exterior do prédio até estarem reunidas condições de segurança para avançarem para o interior.

A rápida atuação permitiu evitar a propagação do incêndio para outras habitações do edifício.

Incêndio dominado após forte mobilização de meios

O alerta para a ocorrência foi dado às 12h33, tendo sido mobilizados 14 operacionais apoiados por quatro veículos de socorro.

À hora da conclusão das operações principais, o incêndio encontrava-se já dominado, permanecendo no local equipas dos bombeiros para trabalhos de rescaldo, ventilação dos espaços afetados e verificação de eventuais focos de reignição.

GNR tomou conta da ocorrência

A Guarda Nacional Republicana esteve no local e registou a ocorrência, procedendo às diligências habituais para apuramento das circunstâncias do incêndio.

As causas exatas da ignição não eram ainda conhecidas, mas as primeiras informações apontam para um foco inicial na cozinha da habitação afetada.

Apesar dos danos materiais e do aparato da operação, a rápida resposta dos meios de emergência permitiu evitar consequências mais graves para os moradores e para o restante edifício.

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