Megaoperação levou à detenção de 12 suspeitos em Braga e na Área Metropolitana do Porto e resultou ainda na apreensão de armas, dinheiro e viaturas
Megaoperação culmina com 12 detenções
A Polícia de Segurança Pública de Braga realizou uma operação de grande dimensão que resultou na detenção de 12 suspeitos de tráfico de droga e na apreensão de mais de 10 quilos de estupefacientes.
A operação decorreu em Braga e na Área Metropolitana do Porto, no âmbito de uma investigação que se prolongava há cerca de um ano.
“Maior apreensão de sempre” da PSP de Braga
Em conferência de imprensa, o comandante da Esquadra de Investigação Criminal da PSP de Braga, Luís Freitas, classificou a operação como “a maior apreensão de sempre” efetuada pela PSP bracarense.
Entre o material apreendido encontram-se:
- 6,7 quilos de cocaína;
- 3 quilos de heroína;
- três armas de fogo;
- munições;
- uma soqueira;
- três automóveis;
- cerca de 14 mil euros em dinheiro;
- diverso material associado ao tráfico de droga.
Grupo utilizava medidas de contravigilância
Segundo a PSP, o grupo investigado apresentava uma estrutura organizada e utilizava métodos de contravigilância para dificultar a ação policial.
Parte da droga apreendida teria como destino o Bairro do Picoto, uma das zonas identificadas pelas autoridades no âmbito da investigação.
Operação envolveu buscas e equipas cinotécnicas
A operação incluiu o cumprimento de 13 mandados de busca em Braga e na Área Metropolitana do Porto, sob coordenação do Ministério Público de Vila Nova de Famalicão.
Nas diligências participaram equipas cinotécnicas, tendo os cães policiais sido determinantes na deteção de droga escondida em alguns locais.
Agente da PSP ficou ferido durante intervenção
Durante uma das abordagens, um agente da PSP sofreu ferimentos num joelho quando um dos suspeitos tentou fugir e embateu com a mota num veículo policial.
Apesar do incidente, a operação prosseguiu sem registo de situações mais graves.
Investigação continua em curso
Dos 12 detidos, 11 serão presentes a primeiro interrogatório judicial para aplicação de medidas de coação.
A PSP admite que a investigação ainda não está concluída e não exclui novas detenções nos próximos tempos.































