João Rodrigues defende comando distrital da Proteção Civil sediado em Braga

O presidente da Câmara de Braga, João Rodrigues, defendeu que um futuro comando distrital da Proteção Civil deve ficar sediado em Braga, caso avance a fusão dos Comandos Sub-Regionais de Emergência e Proteção Civil do Cávado e do Ave.

A posição foi assumida durante a sessão extraordinária da Assembleia Municipal, em resposta a uma questão colocada por Eduardo Machado, do movimento Amar e Servir Braga (ASB), sobre as diligências desenvolvidas pelo município para garantir a colocação permanente de um meio aéreo de combate a incêndios rurais no Aeródromo de Braga durante o período crítico.

João Rodrigues argumentou que Braga reúne as condições naturais para acolher a futura estrutura distrital.

“Braga é capital de distrito. Braga é o pólo agregador de toda esta região e, portanto, uma estrutura dessas, a ter de estar sediada em algum sítio, é naturalmente em Braga”, afirmou.

O autarca revelou ainda que tanto a Câmara Municipal como a Comunidade Intermunicipal (CIM) do Cávado têm vindo a trabalhar há vários anos para garantir a afetação de um meio aéreo de combate a incêndios ao concelho.

Segundo explicou, tudo indica que a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil prepara uma reorganização da sua estrutura territorial, substituindo os atuais comandos sub-regionais das CIM do Cávado e do Ave por uma única estrutura.

Perante esse cenário, João Rodrigues garantiu que Braga irá defender a liderança dessa nova organização.

“Obviamente, nós temos de pugnar sempre para que Braga seja quem lidera toda a estrutura da Proteção Civil distrital”, sublinhou.

O presidente da autarquia aproveitou ainda para destacar o reforço do investimento municipal na área da proteção civil, salientando a aposta na prevenção e na coordenação entre as diferentes entidades.

Segundo o edil, o município tem reforçado o dispositivo municipal de Proteção Civil e mantido uma articulação próxima com os Bombeiros Voluntários, o Regimento de Cavalaria n.º 6, a Proteção Civil e as restantes forças de segurança e socorro, considerando que essa cooperação “está a ser bem feita”.

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