Para quem está no Minho, as etapas de 13 de agosto (Boticas–Braga) e 14 de agosto (Braga–Fafe) serão as melhores oportunidades para assistir à corrida ao vivo.
O percurso da Volta
Prólogo – 5 de agosto (quarta-feira)
Lisboa – Lisboa (6,5 km)
Quatro anos depois, Lisboa volta a ser o ponto de partida da Volta a Portugal. Na Praça do Império, os 119 ciclistas do pelotão começam a partir cerca das 15:00 para o exercício contra o relógio, com um minuto de diferença entre si, para enfrentarem um percurso totalmente plano.
1.ª etapa – 6 de agosto (quinta-feira)
Lourinhã – Sintra (157,1 km)
A etapa inaugural vai ditar desde cedo o ritmo da prova, com o constante sobe e desce característico da região. Com partida na Praça José Máximo da Costa às 13:25 e chegada junto ao Palácio Nacional de Queluz, a subida a Sintra, próxima da meta, poderá ser um ponto de ataque para quem quiser triunfar ao sprint.
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2.ª etapa – 7 de agosto (sexta-feira)
Sines – Albufeira (180,4 km)
Uma etapa longa e quase sempre plana que vai ligar o Alentejo ao Algarve, duas regiões onde o calor costuma ser implacável em agosto. O trajeto tem partida na Avenida de Vasco da Gama, às 13:00, e chegada mais de quatro horas depois na Avenida dos Descobrimentos.
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3.ª etapa – 8 de agosto (sábado)
Beja – Elvas (182,2 km)
Depois do litoral, a Volta segue viagem rumo ao interior alentejano naquela que será a etapa mais longa desta edição. O percurso, com partida nas Portas de Mértola (12:55) e chegada na Fortaleza Baluarte S. João de Deus, inclui a subida ao Castelo de Monsaraz e várias metas bonificadas.
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4.ª etapa – 9 de agosto (domingo)
Figueiró dos Vinhos – Covilhã/Torre (154,6 km)
No primeiro domingo de prova chega uma das passagens mais emblemáticas da “Grandíssima”: a subida à Torre, em plena Serra da Estrela. A etapa com maior desnível acumulado de toda a Volta tem partida agendada para as 13:55 na Avenida Dr. Fernando Lacerda e chegada ao Alto da Torre cerca de três horas mais tarde.
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5.ª etapa (contrarrelógio) – 10 de agosto (segunda-feira)
Anadia – Águeda (17,4 km)
Com 17 quilómetros e uma subida intermédia, o contrarrelógio individual, com início agendado para as 13:39, deverá ser a última grande oportunidade para os especialistas ganharem tempo antes do dia de descanso e da entrada nas etapas decisivas.
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6.ª etapa – 12 de agosto (quarta-feira)
Santa Maria da Feira/Europarque – Alto Douro/Peso da Régua (132,6 km)
A bela e exigente Estrada Nacional 222 vai ditar o ritmo numa etapa dura, depois do dia de descanso. A partida no Europarque está prevista para as 14:00 e a chegada, na Avenida da Galiza, deverá ocorrer pouco mais de três horas depois.
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7.ª etapa – 13 de agosto (quinta-feira)
Vieira do Minho – Termas do Gerês (153 km)
A entrada no Parque Nacional da Peneda-Gerês promete agitar o pelotão. A etapa terá uma breve passagem por território espanhol antes de ‘abraçar’ uma das novidades da edição deste ano: a subida ao Germil, em Ponte da Barca. A partida está agendada para as 13:25, na Avenida Barjona de Freitas, com chegada na Vila do Gerês quase quatro horas mais tarde.
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8.ª etapa – 14 de agosto (sexta-feira)
Melgaço – Fafe (166,8 km)
A subida à Penha, em Guimarães, será um dos momentos mais marcantes da antepenúltima etapa da Volta, que termina numa das cidades mais carismáticas da história da “Grandíssima”.
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9.ª etapa – 15 de agosto (sábado)
Paredes – Mondim de Basto/Senhora da Graça (142,3 km)
A etapa-rainha da Volta a Portugal terá como protagonista a emblemática subida à Senhora da Graça. Na edição deste ano, a penúltima etapa conta com uma novidade: uma inédita ascensão por Carvalhais – com cerca de 9 quilómetros e a uma inclinação média de 7% – que finaliza num último quilómetro em terra batida. A partida acontece junto ao Mosteiro de Vilela às 13:35 e a chegada ao Santuário da Senhora da Graça está prevista para pouco depois das 17:00.
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10.ª etapa – 16 de agosto (domingo)
Maia – Porto (136,9 km)
A segunda maior cidade do país acolhe os derradeiros quilómetros da edição de 2026 da Volta a Portugal. O arranque decorre na Câmara Municipal da Maia cerca das 13:10 e a chegada na Avenida dos Aliados deverá acontecer quatro horas mais tarde.
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Rafael Reis a querer manter tradição, Nych em busca do ‘tri’
O ciclista português Rafael Reis (Anicolor-Campicarn) é o último a partir, esta quarta-feira, para os 6,5 quilómetros do prólogo, que está habituado a vencer. O ciclista de Palmela, de 34 anos, arranca às 17:19 para o percurso com início e fim na Praça do Império, em busca da oitava vitória do prólogo da corrida, após tê-lo feito em 2016, em 2018 e ininterruptamente desde 2021.
Habituado a vestir a camisola amarela após o primeiro dia, o campeão nacional de contrarrelógio em 2022 inicia o exercício contra o relógio quase duas horas depois do primeiro dos 119 corredores seguir para a estrada.
A partida do russo Artem Nych (Anicolor-Campicarn), bicampeão da prova (2024 e 2025), com o dorsal número um, está agendada para as 17:02, depois do francês Alexis Guérin, colega de equipa que foi segundo em 2025 (16:28).
Depois de Nych, há mais 17 ciclistas a cumprirem o percurso na capital portuguesa, entre os quais os lusos Fábio Antunes, quinto na Volta de 2025 e líder da Efapel (17:13), e Fábio Costa, líder da Feira dos Sofás-Boavista (17:12).
Pelotão com quase 120 ciclistas, há 44 portugueses em prova
Com 119 corredores, o pelotão iguala o número de 2024, mas fica aquém das edições de 2021, 2022 e 2023, quando superou os 120 elementos.
Ao contrário do ano passado, em que houve uma equipa, a norte-americana Skyline, a participar com seis corredores, a prova deste ano reúne 17 equipas que se apresentam com sete elementos, número máximo estipulado pelo regulamento da prova que, neste ano, inclui 44 ciclistas portugueses.
































