Braga ganha o dérbi do Minho! Diego Rodrigues decide duelo com o Vitória

SC Braga bate o Vitória SC por 1-0, com um golo de Diego Rodrigues aos 79 minutos, e conquista a primeira vitória no campeonato.

Triunfo permite aos arsenalistas ultrapassar o rival na classificação, apesar de terem menos dois jogos disputados

O SC Braga venceu esta segunda-feira o Vitória SC por 1-0, no dérbi do Minho, em partida da quarta jornada da I Liga. Diego Rodrigues, lançado por Carlos Vicens na segunda parte, marcou aos 79 minutos e decidiu um encontro intenso e muito disputado.

O triunfo permite ao conjunto bracarense somar a primeira vitória no campeonato e ultrapassar o Vitória SC na tabela classificativa, apesar de ter menos dois jogos realizados, devido aos adiamentos dos encontros com o Gil Vicente e o Estrela da Amadora.

Para os vimaranenses, a derrota representa o terceiro desaire em quatro jornadas, numa campanha que conta apenas com uma vitória.

Vitória entrou melhor, Braga respondeu com perigo

O dérbi começou com muita intensidade e equilíbrio, mas foi o Vitória SC quem conseguiu pressionar mais alto nos primeiros minutos, dificultando a saída de bola do conjunto bracarense.

A pressão exercida à entrada da área do SC Braga impediu os arsenalistas de desenvolverem um dos seus principais argumentos: a circulação de bola desde trás.

Perante as dificuldades em construir, a equipa orientada por Carlos Vicens recorreu com frequência ao jogo direto, embora sem grande eficácia.

Ainda assim, o SC Braga conseguiu criar as melhores oportunidades da primeira parte.

Aos 20 minutos, Samu tentou a sua sorte, mas o remate saiu ao lado. Pouco depois, aos 32 minutos, Ndoye surgiu em boa posição após um erro no centro da defesa bracarense, mas Bernardo Fontes saiu rapidamente da baliza e evitou o perigo.

A resposta arsenalista surgiu dois minutos depois e esteve muito perto de resultar em golo. Dorgeles abriu para Victor Gómez, que, descaído sobre o lado direito, rematou com muita força e viu a bola embater no poste.

Pau Victor também ficou perto do golo

O SC Braga terminou a primeira parte por cima e voltou a ameaçar aos 43 minutos.

Gabriel Silva encontrou espaço no lado esquerdo e serviu Pau Victor, que rematou de primeira. Olivier Zych foi obrigado a uma intervenção apertada para impedir o golo dos bracarenses.

O intervalo chegou com o marcador em branco, apesar das oportunidades criadas pelas duas equipas.

Grande penalidade anulada pelo VAR

A segunda parte trouxe mais emoção ao encontro.

Aos 54 minutos, André Narciso assinalou grande penalidade a favor do SC Braga, mas a decisão acabou por ser revertida após intervenção do VAR.

Na revisão do lance foi identificado um fora de jogo cometido antes da eventual falta, levando à anulação da grande penalidade.

O jogo manteve-se equilibrado, com os dois treinadores a recorrerem ao banco de suplentes para procurar alterar o rumo da partida.

Estreia de Tommy Marqués e entrada decisiva de Milosevic

Carlos Vicens aproveitou também para lançar Tommy Marqués, antigo jogador do FC Barcelona, que fez a estreia pelo SC Braga.

Pouco depois, Jovan Milosevic também entrou em campo e teve uma oportunidade soberana para inaugurar o marcador.

Aos 74 minutos, o avançado sérvio recebeu em excelente posição dentro da área, mas o remate saiu fraco e permitiu a defesa de Olivier Zych.

O desperdício acabou por não impedir o SC Braga de chegar ao golo poucos minutos depois.

Diego Rodrigues sai do banco e decide o dérbi

Aos 79 minutos, Diego Rodrigues apareceu no sítio certo para resolver o encontro.

O médio ofensivo, de apenas 21 anos, tinha entrado em campo poucos minutos antes e aproveitou uma bola dentro da área para rematar de pé esquerdo e bater Olivier Zych.

O guarda-redes do Vitória SC ficou mal na fotografia no lance, não conseguindo evitar o remate que acabou por dar os três pontos aos arsenalistas.

O golo colocou o SC Braga na frente e obrigou o Vitória a correr atrás do resultado nos minutos finais.

A equipa vimaranense tentou reagir, mas o conjunto bracarense conseguiu controlar a vantagem e segurou até ao apito final um triunfo precioso no dérbi minhoto.

Primeira vitória do campeonato dá novo impulso ao Braga

Com este resultado, o SC Braga conquista finalmente a primeira vitória na presente edição da I Liga e ganha confiança depois de um início de campeonato condicionado pelos jogos adiados.

O triunfo surge poucos dias depois de a equipa ter garantido o acesso à fase de liga da Liga Conferência, após o empate 0-0 frente ao Áustria Viena.

Carlos Vicens mexeu no onze inicial relativamente a esse encontro europeu, promovendo as entradas de Sergio Barcia, Travassos e Dorgeles.

Do outro lado, Tiago Margarido manteve a equipa titular que tinha iniciado a partida da jornada anterior, diante do Nacional, que terminou com uma vitória vimaranense por 1-0.

No final, foi o SC Braga quem saiu por cima no grande dérbi do Minho, graças a um golo de um jogador lançado do banco.

Diego Rodrigues foi o herói da noite e deu aos arsenalistas uma vitória por 1-0 que vale muito mais do que três pontos: vale a primeira vitória no campeonato e o triunfo sobre o rival minhoto.

Carlos Vicens, treinador do Sp. Braga, em declarações na sala de imprensa do Estádio Municipal de Braga, após o triunfo (1-0) na receção ao Vitória de Guimarães.

Carlos Vicens destaca resposta do Braga no dérbi e deixa aviso: «Temos de ter um plantel com várias soluções»

Treinador dos minhotos considera justa a vitória por 1-0 frente ao Vitória de Guimarães e sublinha a importância de gerir um plantel com profundidade numa época de elevada exigência competitiva

O Sp. Braga regressou à competição na Liga com uma vitória no dérbi minhoto frente ao Vitória de Guimarães, por 1-0, num encontro em que Carlos Vicens ficou satisfeito sobretudo com a resposta dada pela equipa. O treinador dos arsenalistas reconheceu que faltou alguma eficácia na primeira parte, mas destacou a capacidade dos jogadores para manterem a intensidade e encontrarem o golo decisivo já no segundo tempo.

Na análise ao encontro, o técnico espanhol considerou que a equipa entrou bem e cumpriu grande parte do plano definido durante a preparação para um jogo com uma carga emocional especial.

«Voltámos a competir na Liga, já estávamos sem competir no campeonato desde o jogo com o Moreirense. Tentámos preparar o jogo da melhor forma e a resposta da equipa foi boa», começou por explicar Carlos Vicens.

O treinador do Braga admitiu, contudo, que a equipa poderia ter sido mais eficaz na primeira parte, sobretudo nos momentos em que conseguiu chegar à área adversária.

«Na primeira parte faltou um pouco de finura para definir. A realidade é que, quando estamos na área, temos de tentar um pouco mais para abrir o marcador. A equipa esteve muito intensa, mas não conseguiu marcar», analisou.

Com o decorrer da partida, o desgaste físico começou a fazer-se sentir, levando Carlos Vicens a mexer na equipa para conservar os níveis de intensidade e energia.

«Sabemos que é uma partida com uma conotação especial, é um dérbi. Na segunda parte notou-se o desgaste, fizemos as mexidas para manter a energia da equipa e conseguimos marcar o golo da vitória», explicou.

O treinador arsenalista mostrou-se satisfeito com a capacidade da equipa para resistir à exigência do encontro e garantir os três pontos.

«Estamos muito contentes com a resposta da equipa e com este resultado», afirmou, já a projetar o próximo compromisso no campeonato, diante do Alverca.

Pressão do Vitória não condicionou construção do Braga

Questionado sobre as dificuldades criadas pelo Vitória de Guimarães através da pressão exercida sobre a primeira fase de construção do Braga, Carlos Vicens rejeitou a ideia de que a equipa tenha ficado particularmente condicionada nesse capítulo.

«Não creio que tivemos dificuldades com a pressão», afirmou o treinador.

Para Vicens, a solução passava sobretudo por identificar os espaços deixados pelo adversário e explorar a profundidade sempre que esta estivesse disponível.

«Podíamos ter feito danos através da profundidade, aparecemos no ataque com muitos homens. É necessário ver onde estão os espaços, se dentro ou fora, para poder aproveitar», explicou.

A capacidade para interpretar diferentes momentos do jogo e encontrar soluções em função do posicionamento adversário é, segundo o técnico, uma das características que pretende consolidar na equipa.

Victor Carvalho ganha confiança de Carlos Vicens

Victor Carvalho foi também tema de conversa na conferência de imprensa. Carlos Vicens não escondeu a importância que atribui ao jogador e deixou claro que não gostaria de ver o defesa abandonar o clube.

«Não gostava de o perder. Já é sabida a história, desde o ano passado», afirmou, numa referência ao interesse que o jogador tem suscitado.

O treinador revelou ainda que conversou diretamente com Victor Carvalho e destacou as características que fazem do futebolista uma opção importante para a equipa.

«Falei com ele e rapidamente ficámos com a possibilidade de ter uma saída de bola com muito critério. É um jogador inteligente e potente no jogo aéreo», explicou.

Vicens valorizou igualmente a capacidade de adaptação demonstrada pelo jogador, lembrando que a mudança de posição não é um processo simples e que Victor Carvalho teve de ultrapassar momentos particularmente difíceis.

«Se não compreendes o jogo, não é fácil adaptar a uma nova posição. No ano passado teve uma lesão, um momento de azar, mas fez uma temporada de grande nível», recordou.

Para o técnico, o futebolista iniciou esta temporada com uma atitude particularmente positiva, fruto da experiência acumulada e do trabalho desenvolvido.

«Este ano começou com muita força, com muito trabalho. É um jogador maduro, da casa, é um jogador que nos dá alternativas para jogar a partir de trás», destacou.

Carlos Vicens reconheceu, contudo, que o Braga dispõe atualmente de mais opções para a posição, o que lhe permite gerir diferentes soluções em função das características de cada encontro.

«Este ano é verdade que conseguimos uma quantidade de jogadores maior para esta posição, temos alternativas. Optámos pelo Sergio no lado esquerdo», explicou.

Mais do que a escolha de um jogador em detrimento de outro, Vicens destacou o espírito coletivo existente no plantel.

«Está toda a gente muito conectada, sabem que podem render uns e outros», sublinhou.

Fran Navarro continua a contar para o treinador

A profundidade do plantel voltou a estar em destaque quando Carlos Vicens foi questionado sobre o espaço que poderá existir para Fran Navarro numa equipa que dispõe de várias opções para o ataque.

O treinador foi perentório ao defender a importância do avançado espanhol e deixou uma garantia: conta com ele.

«Temos muitas partidas para jogar. Temos de jogar quinta e domingo, o que significa que a equipa tem de ter soluções», começou por explicar.

A exigência do calendário e a necessidade de competir em várias frentes obrigam, segundo Vicens, a uma gestão criteriosa dos recursos disponíveis.

O treinador recordou a temporada passada, na qual o Braga disputou 61 jogos e enfrentou vários problemas físicos, obrigando a equipa técnica a encontrar diferentes soluções ao longo da época.

«Na temporada passada tivemos 61 jogos, tivemos baixas, tivemos de redesenhar estruturas para competir ao mais alto nível», lembrou.

É precisamente essa experiência que leva Carlos Vicens a defender um plantel numeroso e versátil.

«Uma das coisas que temos em mente é que temos de ter um plantel com vários jogadores, várias soluções», afirmou.

O técnico considera que a própria identidade de jogo do Braga exige uma elevada disponibilidade física dos jogadores, tornando fundamental a existência de alternativas capazes de manter o nível competitivo.

«Pela forma como jogamos exige muito desgaste dos jogadores. Podemos trocar posições e ter alternativas. Não nos faz mal, faz bem», defendeu.

E, quando o nome de Fran Navarro surge neste contexto, Vicens não esconde a sua admiração pelo avançado.

«Sou um admirador de Fran Navarro, é uma delícia de jogador, é um soldado pela causa que dá tudo», elogiou.

A posição do treinador ficou ainda mais clara na frase final sobre o futuro do atacante: «Sou muito defensor de Fran Navarro e não gostaria de o perder».

Tiago Margarido, treinador do Vitória de Guimarães, em declarações na sala de imprensa do Estádio Municipal de Braga, após a derrota (1-0) na pedreira frente ao SC Braga. Com o presidente do clube, Rui Rodrigues, na sala de imprensa

Tiago Margarido contesta derrota na Pedreira: «O resultado mais justo seria o empate»

Treinador do Vitória de Guimarães considera que a equipa esteve à altura do dérbi, lamenta o golo sofrido no melhor momento dos vimaranenses e garante uma reação frente ao Casa Pia

Tiago Margarido deixou o Estádio Municipal de Braga com uma ideia clara: o Vitória de Guimarães não merecia sair da Pedreira derrotado. Após o desaire por 1-0 frente ao Sp. Braga, o treinador vimaranense considerou que o encontro foi equilibrado, decidido por um detalhe e defendeu que o empate seria o resultado mais ajustado ao que aconteceu em campo.

Com o presidente do clube, Rui Rodrigues, presente na sala de imprensa, Tiago Margarido reconheceu que o Vitória entrou melhor na partida, mas admitiu que o Braga conseguiu crescer com o decorrer dos minutos e terminou a primeira parte por cima.

«Foi um jogo dividido. Penso que entrámos melhor na primeira parte, mas, à medida que o jogo foi avançando, o Braga conseguiu equilibrar e até acabou em cima de nós», analisou.

O treinador explicou ainda as alterações introduzidas após o intervalo para contrariar a pressão exercida pelos arsenalistas e permitir ao Vitória ter maior capacidade para sair desde trás.

«Tentámos um posicionamento diferente na segunda parte, contrariando a pressão homem a homem do Braga. Creio que, no nosso melhor momento, acabamos por sofrer o golo», lamentou.

Para Tiago Margarido, foi um encontro de poucas oportunidades, no qual os pequenos detalhes acabaram por assumir um peso decisivo.

«Foi um jogo fechado, com poucas oportunidades, decidido no detalhe. Não considero o resultado justo, penso que o resultado mais justo seria o empate», afirmou.

Vitória conseguiu limitar construção do Braga

Apesar da derrota, Tiago Margarido valorizou a capacidade da sua equipa para condicionar a primeira fase de construção do Braga, sobretudo depois das alterações efetuadas ao intervalo.

O treinador explicou que os minhotos procuraram frequentemente explorar a largura através do lado contrário ao da bola, obrigando o Vitória a adaptar o seu posicionamento defensivo.

«O nosso adversário procurava muito a largura do lado oposto. Procurámos baixar numa linha de cinco», explicou.

No segundo tempo, a estratégia passou por aumentar a agressividade na pressão e tentar recuperar a bola mais perto da baliza adversária.

«Na segunda parte procurámos ser mais ambiciosos na pressão e tivemos sucesso nisso. Estávamos a conseguir limitar bem a primeira fase do Braga e, como disse, no nosso melhor momento acabamos por sofrer o golo», reforçou.

A eficácia do adversário acabou, assim, por fazer a diferença num encontro em que o Vitória sentiu que tinha condições para discutir o resultado até ao fim.

«O Vitória já chegou ao nível exigido pelos adeptos»

Questionado sobre o que ainda falta à equipa para atingir o nível competitivo desejado pelos adeptos, Tiago Margarido fez uma distinção entre desempenho e resultados.

Na opinião do treinador, o Vitória já apresenta um nível exibicional compatível com as exigências dos seus adeptos. O problema, defende, está na correspondência desse rendimento com os pontos conquistados.

«O nível exigido pelos adeptos o Vitória já lá chegou, não chegou foi aos resultados exigidos», afirmou.

Tiago Margarido entende, aliás, que a equipa poderia ter um registo pontual bastante superior neste arranque de campeonato.

«A equipa fez o suficiente para fazer mais pontos», sustentou.

O técnico recusou, contudo, entrar numa análise detalhada dos jogos anteriores, embora tenha recuperado o encontro frente ao Arouca como exemplo de uma partida em que entende que o Vitória deveria ter saído vencedor.

«Não vou resumir jogos anteriores, como o jogo com o Arouca, que devíamos ter vencido», referiu.

Derrota no dérbi não abala confiança

Apesar do impacto natural de perder um dérbi minhoto, Tiago Margarido mostrou-se convicto de que a equipa terá capacidade para reagir já na próxima jornada.

O Vitória recebe o Casa Pia e o treinador garante uma resposta à altura.

«Tenho a certeza absoluta que vamos dar uma resposta cabal frente ao Casa Pia», afirmou.

Margarido garantiu ainda que a equipa entrou na Pedreira com uma única ambição: conquistar os três pontos.

«Vínhamos para este jogo única e exclusivamente para o ganhar. Num pormenor não conseguimos que o resultado caísse para o nosso lado», explicou.

Apesar do resultado negativo, o treinador mantém a confiança no processo que está a ser desenvolvido.

«Estamos no bom caminho, sem dúvida, e acredito que vamos fazer uma resposta cabal no jogo frente ao Casa Pia», assegurou.

Falta de chegada à área preocupa Tiago Margarido

Se no capítulo defensivo o treinador encontrou aspetos positivos, o mesmo não aconteceu na produção ofensiva. Tiago Margarido admitiu que ficou insatisfeito com a exibição e, sobretudo, com a incapacidade do Vitória para criar situações de perigo em número semelhante ao que vinha conseguindo nos jogos anteriores.

«Não estou satisfeito, de maneira nenhuma, nem com a exibição nem com o resultado, isso que fique bem claro», esclareceu.

O técnico identificou uma das principais lacunas da equipa: a dificuldade em chegar à área adversária com qualidade e transformar a posse e as ações ofensivas em oportunidades de golo.

«Faltou chegada à área, não fomos competentes na capacidade de chegar à área e produzir oportunidades, algo que vai contra o que temos feito», reconheceu.

Tiago Margarido apontou ainda dificuldades na ligação com o avançado, agravadas pela estratégia defensiva adotada pelo Braga.

«Num ou outro momento estávamos com dificuldade em associar com o nosso avançado, e também pela marcação homem a homem do adversário», explicou.

O Vitória acabou, dessa forma, por criar menos perigo do que o habitual, num jogo em que encontrou problemas diferentes daqueles que tinha enfrentado nas jornadas anteriores.

O jogo criou dificuldades diferentes das que tivemos até agora», admitiu.

Treinador acredita na evolução do Vitória

Apesar das dificuldades sentidas na Pedreira, Tiago Margarido enquadra este momento no processo de crescimento da equipa. O treinador entende que o Vitória ainda está a consolidar mecanismos coletivos e que experiências como esta poderão ajudar a equipa a preparar-se melhor para desafios semelhantes no futuro.

«A equipa está num processo de evolução, a criar memórias coletivas», explicou.

A experiência adquirida neste dérbi poderá, segundo o técnico, permitir ao Vitória responder de forma diferente quando voltar a encontrar um adversário com uma estratégia semelhante.

«Num próximo jogo com estas características já seremos capazes de dar outras respostas», concluiu.

Ficha de jogo

Estádio Municipal de Braga.

SC Braga – Vitória SC, 1-0.

Ao intervalo: 0-0.

Marcador

1-0, Diego Rodrigues, 79 minutos.

Equipas

– SC Braga: Bernardo Fontes, Lagerbielke, Vítor Carvalho, Sergio Barcia, Victor Gómez, João Moutinho, Tiknaz (Tommy Marqués, 72), Dorgeles (Diego Rodrigues, 72), Travassos (Bajrami, 86), Gabriel Silva (Fran Navarro, 86) e Pau Victor (Milosevic, 65).

(Suplentes: Tiago Sá, João Carvalho, Barisic, Bajrami, Jónatas Noro, Diego Rodrigues, Tommy Marqués, João Trovisco, Luisinho, Gabri Martínez, Milosevic e Fran Navarro).

Treinador: Carlos Vicens.

– Vitória SC: Olivier Zych, Tony Strata, Óscar Rivas, Thiago Balieiro, João Mendes, Doucet, Gonçalo Nogueira (Beni Mukendi, 61), Samu (Telmo Arcanjo 84), Miguel Nogueira (Oumar Camara, 61), Gustavo Silva (Victor Andersson, 77) e Ndoye (Patrick Ouotro, 77).

(Suplentes: Juan Castillo, Miguel Maga, Mosquera, Sidibé, Francisco Dias, Mitrovic, Beni Mukendi, Santiago Verdi, Telmo Arcanjo, Oumar Camara, Victor Andersson e Patrick Ouotro).   

Treinador: Tiago Margarido.

Árbitro: André Narciso (Setúbal).

Ação disciplinar: cartão amarelo para Óscar Rivas (04), Tiknaz (37), Tony Strata (53), Vitor Carvalho (67), Gustavo Silva (74).

Assistência:

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