Festival decorre até domingo e ocupa espaços culturais e patrimoniais da cidade. Na abertura, João Rodrigues destacou a qualidade da programação e a ligação à comunidade académica e aos novos talentos.
Braga volta a estar no centro da música eletrónica e da arte digital com a 16.ª edição do Semibreve, festival internacional que decorre até domingo, 25 de outubro, e leva propostas artísticas a vários espaços culturais e patrimoniais da cidade.
Na sessão de abertura, o presidente da Câmara Municipal de Braga, João Rodrigues, destacou a qualidade e a diversidade da programação, sublinhando a forma como o festival cruza música, tecnologia, criação contemporânea e património.
O autarca salientou também a ligação do Semibreve à cidade e à comunidade académica, com particular atenção ao trabalho desenvolvido nas universidades e pelos estudantes.
Da música eletrónica ao património de Braga
Ao longo de quatro dias, o festival distribui-se por espaços como o gnration, igrejas, museus e outros locais emblemáticos de Braga, propondo diferentes formas de explorar a relação entre som, imagem e arte contemporânea.
A programação convida o público a descobrir experiências artísticas que cruzam linguagens e desafiam as formas tradicionais de contacto com a música e a criação digital.
Festival aposta nos novos talentos
A edição de 2026 dá também destaque à criação emergente, através da apresentação dos projetos desenvolvidos no âmbito do Edigma Semibreve Scholar 2026.
A iniciativa procura estimular a criatividade e dar visibilidade ao trabalho de estudantes do ensino superior, aproximando os novos criadores de um festival com reconhecimento internacional.
Consolidado como uma referência na música eletrónica e na arte digital, o Semibreve reforça a ligação entre cultura, inovação e património, contribuindo para dinamizar a oferta cultural de Braga e afirmar a cidade no panorama artístico internacional.
































