Congresso confirma vitória de Biden com 306 votos

WASHINGTON, DC - JANUARY 07: Vice President Mike Pence (L) and U.S. Speaker of the House Nancy Pelosi (D-CA) look on as the the count of electoral votes continues in the House Chamber during a reconvening of a joint session of Congress on January 07, 2021 in Washington, DC. Members of Congress returned to the House Chamber after being evacuated when protesters stormed the Capitol and disrupted a joint session to ratify President-elect Joe Biden's 306-232 Electoral College win over President Donald Trump. Win McNamee/Getty Images/AFP == FOR NEWSPAPERS, INTERNET, TELCOS & TELEVISION USE ONLY ==

O Congresso dos Estados Unidos ratificou esta quinta-feira a vitória de Joe Biden nas eleições presidenciais de novembro, na última etapa antes de ser empossado em 20 de janeiro.

O vice-presidente republicano, Mike Pence, validou o voto de 306 grandes eleitores a favor do democrata contra 232 para o presidente cessante, Donald Trump, no final de uma sessão das duas câmaras, marcada pela invasão de apoiantes de Trump e que semeou o caos no Capitólio, em Washington.

Este passo, uma simples formalidade no processo eleitoral, tornou-se uma revolta, “quase uma sedição”, nas palavras de Joe Biden, quando apoiantes de Trump invadiram o Capitólio, interrompendo os debates de várias objeções aos resultados nos estados do Arizona, Pensilvânia, Geórgia, Michigan e Nevada, apresentadas pelos legisladores republicanos e todas rejeitadas.

De acordo com a lei norte-americana, para desencadear um debate e uma votação no Congresso sobre a possibilidade de recusar o resultado num estado é preciso contar com pelo menos um representante e um senador que apoiem a ideia.

Durante o cerco e a invasão do Capitólio, na quarta-feira, pelo menos quatro pessoas morreram, 14 polícias ficaram feridos, dois deles em estado grave, e foram efetuadas mais de meia centena de detenções, de acordo com a polícia local.

A presidente da Câmara de Washington, Muriel Bowser, prolongou o estado de emergência pública na capital por mais 15 dias, até depois da tomada de posse do presidente eleito, Joe Biden, agendada para 20 de janeiro.

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