Francisco Mota quer adiar congresso marcado para finais de novembro

A Juventude Popular (JP) tem congresso agendado para o próximo fim-de-semana, nos dias 28 e 29 de novembro, contudo o presidente da JP, o bracarense Francisco Mota, solicitou na sexta-feira uma reunião dos representantes dos órgãos, Conselho Nacional, Congresso, Comissão Organizadora do Congresso e Secretaria-Geral, para solicitar o adiamento do congresso electivo.

De acordo com o presidente, citado pela nota de imprensa, foi solicitado que “após o final do processo administrativo de eleição de congressistas, inscrições e entrega de moções que termina na segunda-feira que possamos adiar o congresso electivo”.

“Independente dos impedimentos legais, porque como se sabe no estado de emergência as actividades políticas não estão impedidas, o que obriga ao término de todo o processo de forma a garantir que não se tenha de repetir todos os procedimentos” confirma o líder dos jovens do CDS.

“O momento que o país atravessa, por mais que os partidos não estejam obrigados ao adiamento das suas actividades, merece dos políticos um sentido de responsabilidade e exemplo de forma a não trair a confiança das pessoas que é fundamental para contrariar o evoluir da pandemia” diz Francisco Mota.

“É fundamental que os políticos não percam a autoridade moral e política, não podendo exigir às empresas, às famílias e aos portugueses um sacrifício suplementar e depois darem sinais contraditórios. A JP é uma organização institucionalista, após reunir os meus pares espero poder contar com a solidariedade dos órgãos da JP para que uma vez mais possamos ser um exemplo de responsabilidade”, finaliza, anunciando uma conferência de imprensa para a próxima terça-feira.

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